GOIÂNIA — Candidato do Partido Social Democrático (PSD) à Presidência da República, Ronaldo Caiado afirmou nesta quinta-feira (24) que resultados obtidos em Goiás podem ser aplicados em outras regiões do país. Ele participou de atos de campanha na região noroeste de Goiânia, com a esposa, Gracinha Caiado (UP), reuniu políticos e apoiadores na Praça da Feira, no bairro Morada do Sol, visitou comércios e conversou com empresários.
Durante a agenda, Caiado mencionou iniciativas de saúde, segurança pública e assistência social desenvolvidas durante sua gestão no estado. “A minha presença em Goiás é para poder mostrar para os brasileiros que tudo aquilo que eu falo é porque nós já fizemos no estado”, declarou.
Programas sociais e saúde
Ao tratar do combate à pobreza, o candidato afirmou que 602 mil pessoas deixaram a condição de extrema pobreza em Goiás durante seu governo e passaram a viver da própria renda. Ele também citou os Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás (COTEC) como parte das ações de capacitação profissional voltadas a pessoas que buscavam trabalho e autonomia financeira.
Na saúde, Caiado disse que a gestão regionalizou o atendimento com a implantação de hospitais em diferentes áreas do estado. Ele citou unidades em Itumbiara, no sul, no entorno de Brasília, no norte de Goiás, no Vale do Araguaia e nas regiões oeste e sudoeste.
O ex-governador também declarou ter 88% de aprovação e afirmou que 9 entre 10 goianos o apoiam. Caiado disse ainda que tem um passado digno e que não está envolvido em corrupção, rachadinha ou no caso do Banco Master.
Proposta de inteligência artificial
Para a segurança pública, Caiado afirmou que pretende criar, se for eleito, um programa de inteligência artificial chamado Sentinela. A proposta reuniria informações do Coaf, da Receita Federal, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Polícia Federal.
Segundo o candidato, o sistema permitiria compartilhar dados com governadores, prefeitos e polícias estaduais sobre pessoas e empresas que estariam atuando fora da legalidade. “É a maneira de asfixiar o crime, é a maneira de conter essa lavagem de dinheiro”, afirmou.







