Manaus, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Cinco níveis mostram como a água pode aumentar os danos em carros alagados

A altura da água orienta a avaliação dos danos, os reparos necessários e a possibilidade de indenização integral.

A altura alcançada pela água dentro do veículo é usada para avaliar a extensão dos danos e estimar os reparos necessários após um alagamento. Uma classificação técnica divide as ocorrências em cinco níveis, considerando a posição dos componentes internos atingidos pela lama e pela umidade.

No nível A, a água chega à base estrutural e ao carpete inferior, restrita ao piso da cabine. Nessa situação, os gastos se concentram na desmontagem e na higienização do interior.

O nível B ocorre quando a inundação alcança os assentos. O contato com a água pode danificar os revestimentos e os módulos instalados nas partes inferiores. A recuperação pode exigir a troca das espumas internas dos bancos.

Danos no painel e nos sistemas elétrônicos

A classificação chega ao nível C quando a água cobre a parte inferior do painel. Relés centrais e chicotes elétricos podem ser comprometidos, afetando sistemas necessários ao funcionamento do automóvel.

No nível D, a água alcança o topo do console frontal, submerge o quadro de instrumentos e atinge módulos de conforto. Com mais componentes afetados, o custo do reparo se aproxima do limite previsto na apólice.

A submersão completa caracteriza o nível E. Nesse estágio, a recuperação estrutural é considerada inviável, e as seguradoras encerram as tentativas de reparo para liberar a indenização integral estabelecida em contrato.

O que fazer depois do alagamento

Ligar o motor depois que o veículo foi atingido pela água pode levar resíduos líquidos às câmaras de combustão e provocar calço hidráulico. O procedimento indicado é não acionar a ignição nem os comandos elétricos.

Também é recomendado fotografar a marca de sujeira deixada pela água, para registrar a extensão do alagamento e comprovar o sinistro. O proprietário deve avisar a seguradora e solicitar o guincho, além da substituição dos fluidos contaminados.

A secagem profunda e a avaliação em oficina especializada devem ocorrer antes de qualquer tentativa de funcionamento. A desmontagem dos sistemas críticos ajuda a evitar que a oxidação danifique de forma permanente os conectores eletrônicos expostos à umidade. O registro rápido do sinistro agiliza a análise pericial e o processo de indenização previsto na apólice.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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