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Renan Santos critica apoio a Valdemar entre antigos manifestantes anticorrupção

Candidato do Missão afirmou que parte dos eleitores que protestaram em 2016 hoje apoia políticos ligados ao presidente do PL.

Renan Santos fala em 'cinismo' de eleitores que apoiam Valdemar após protestos anticorrupção
Foto: Reprodução

O candidato do partido Missão à Presidência da República, Renan Santos, criticou neste domingo (20) o apoio de parte dos eleitores que participaram dos protestos contra a corrupção em 2016 a políticos ligados a Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL.

Durante ato na Praça Almirante Tamandaré, em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, Renan afirmou que esses eleitores passaram a adotar comportamentos semelhantes aos que antes condenavam entre apoiadores de Lula. “O mesmo cinismo que é adotado pelo eleitor do Lula” teria sido incorporado, segundo o candidato, por quem pediu a prisão de Valdemar e participou das manifestações contra Dilma.

Valdemar é presidente do partido de Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência. No passado, foi aliado do PT e apoiou, em 2002, a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva.

Renan também mencionou investigações da Polícia Federal que encontraram indícios de influência clandestina de Valdemar no direcionamento de verbas de emendas, mesmo sem mandato parlamentar. Conforme o discurso, servidores da Câmara dos Deputados destinavam recursos públicos de acordo com os interesses do presidente do PL. Na ocasião, Dino determinou a suspensão de R$ 119 milhões em emendas.

Valdemar negou a prática de qualquer crime e declarou não haver prova ou indício de que tivesse “aderido conscientemente a um suposto esquema criminoso”.

Agenda de campanha

Renan chegou à praça em um ônibus de uma caravana que percorre cidades do Sul e do Sudeste. No palanque, esteve com o candidato a vice-presidente, Aroldo Medin, e com Marcelo Brigadeiro, candidato do Missão ao governo de Santa Catarina.

O discurso durou cerca de 28 minutos. Renan criticou os governos de Lula e Jair Bolsonaro, defendeu uma candidatura independente dos dois grupos e falou sobre corrupção e segurança pública. Também rejeitou a ideia de escolher o político considerado menos desonesto: “Não se vota em ladrão”, afirmou.

Após o ato, o candidato foi à academia de Marcelo Brigadeiro. Depois, seguiu de ônibus para Blumenau, no Vale do Itajaí, onde discursou novamente. Na cidade, abordou terras raras, industrialização, segurança pública, audiências de custódia, migração, geração de empregos e infraestrutura.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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