Manaus, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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CNN, MS NOW e Politico retomam acesso à Casa Branca após decisão judicial

Credenciais dos jornalistas foram restituídas após juiz federal considerar provável violação de direitos constitucionais na proibição.

CNN, MS NOW e Politico retomam acesso à Casa Branca após decisão judicial

Jornalistas da CNN, MS NOW e Politico voltaram à Casa Branca nesta quinta-feira, 24, após uma decisão judicial suspender a proibição de acesso imposta pelo presidente Donald Trump seis dias antes.

O juiz federal Timothy Kelly, de Washington, determinou a restituição das credenciais de imprensa dos profissionais dos três veículos. A ordem permanecerá válida por 14 dias ou até nova decisão judicial.

As empresas haviam pedido uma audiência de emergência depois de relatarem que seus jornalistas continuavam impedidos de entrar nas instalações no início da quinta-feira. A Casa Branca cumpriu a decisão antes do prazo estabelecido por Kelly para responder ao pedido.

Na sentença, o juiz afirmou que a proibição provavelmente violou os direitos constitucionais ao devido processo. Kelly também avaliou que os artigos usados pelo governo para justificar as restrições eram rotineiros e demonstrou ceticismo sobre a alegação de que a segurança nacional motivou a retirada das credenciais.

Restrições mantidas em cobertura

Apesar do retorno à sede do governo, a CNN informou que dois de seus jornalistas foram impedidos de cobrir a chegada do líder chinês Xi Jinping à Casa Branca para um jantar de Estado. Profissionais da MS NOW também teriam sido barrados na ocasião.

Trump havia anunciado a proibição após acusar os veículos de divulgar notícias falsas. Em carta à CNN, o gabinete de imprensa da Casa Branca afirmou que o canal publicava informações sensíveis ou sigilosas e falsidades verificáveis sobre segurança nacional e outros temas. Acusações semelhantes foram dirigidas à MS NOW e ao Politico.

Entre os conteúdos citados estavam artigos sobre a guerra no Irã e sobre planos de construção de um bunker militar sob o salão de baile projetado para a Ala Leste da Casa Branca.

Theodore Boutrous, advogado que representou os veículos no tribunal, disse que Trump não mencionou segurança nacional ao anunciar as proibições. Antes da decisão, o Departamento da Justiça sustentou que o acesso à Casa Branca era um privilégio, não um direito.

A Associação de Correspondentes da Casa Branca e quase 50 veículos de comunicação também pediram ao tribunal o fim das restrições.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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