Manaus, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Indenização por ferimento em sala de aula é elevada para dez mil reais

Menina sofreu laceração na perna após esbarrar em peça metálica sem sinalização durante atividade escolar.

Uma condenação por danos morais foi elevada para dez mil reais após uma aluna se ferir com uma peça metálica dentro da sala de aula. O valor inicial, definido em quatro mil reais, foi considerado insuficiente diante da lesão e do período de recuperação da estudante.

A menina, de sete anos, levantou durante uma atividade para entregar uma tarefa à professora. Ao passar entre as carteiras, bateu em uma peça de ferro pontiaguda que estava próxima de um armário. O objeto permanecia solto no ambiente e não tinha sinalização de perigo.

A administração pública alegou que o item estava escondido atrás de uma estante pesada. A avaliação do caso, porém, considerou que o risco deveria ter sido identificado e eliminado antes do acidente. A responsabilidade das instituições de ensino vinculadas ao governo foi relacionada ao dever de preservar a segurança dos alunos em suas instalações.

A colisão provocou uma laceração profunda de oito centímetros na perna da estudante. Ela foi levada a uma unidade hospitalar, onde recebeu oito pontos. Depois do atendimento, os médicos recomendaram repouso absoluto por dez dias.

A defesa recorreu da primeira decisão, que havia fixado a reparação em quatro mil reais. Ao analisar o recurso, os desembargadores elevaram a indenização por danos morais para dez mil reais. Também foi determinada a aplicação de juros moratórios e correção financeira oficial desde a data do acidente.

Entre os critérios considerados estavam a extensão do corte, a necessidade de sutura, o afastamento das aulas durante o repouso e o descumprimento do dever de manter um ambiente escolar seguro.

A prevenção, conforme os parâmetros apresentados no caso, inclui vistorias periódicas nas dependências das escolas e a retirada imediata de ferragens pontiagudas, parafusos soltos e materiais danificados. Também devem existir canais para que professores comuniquem problemas na estrutura, permitindo a correção antes que causem novos ferimentos.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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