Manaus, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Golpe usa foto de filha para pedir Pix e enganar pai

Marcos transferiu dinheiro após conversar com um número novo e só descobriu a fraude ao falar pessoalmente com a filha.

Golpe usa foto de filha para pedir Pix e enganar pai

Marcos recebeu uma mensagem com a foto da filha e o tratamento que ela costumava usar. O contato vinha de um número novo, acompanhado da explicação de que o celular dela havia apresentado problema. Depois de uma conversa sobre a rotina, a pessoa pediu dinheiro para pagar uma conta urgente.

Ele fez o Pix e tentou confirmar o pagamento por meio de ligações para o mesmo número. A fraude só foi percebida quando a filha chegou em casa e perguntou por que ele havia telefonado tantas vezes. O celular dela tinha funcionado normalmente, e ela não havia enviado nenhuma mensagem sobre conta ou pedido de dinheiro.

Como o golpe pareceu real

A imagem usada no contato era igual à foto da filha em uma rede social, e o nome estava escrito corretamente. O diálogo também não começou com uma solicitação imediata. A conversa tratou primeiro de assuntos comuns, o que fez a troca de telefone parecer possível.

O pedido veio acompanhado de urgência, de uma alegação de que o aplicativo bancário não funcionava e da promessa de devolver o dinheiro naquela noite. Marcos não ligou para o número antigo nem pediu uma chamada de voz antes da transferência. Quando o comprovante indicou uma conta em nome de outra pessoa, o golpista afirmou que o destinatário ajudava a filha a pagar a despesa.

As chamadas feitas pelo aplicativo não foram atendidas. Marcos tentou falar com a filha pelo contato antigo, mas ela estava em reunião. Em casa, os dois compararam as conversas e confirmaram que a mensagem sobre a conta não existia no contato verdadeiro.

Medidas após a transferência

Pai e filha salvaram as capturas da conversa e o comprovante. Eles também comunicaram o caso à instituição financeira para receber orientação sobre a contestação e os procedimentos disponíveis para o Pix. O ocorrido foi registrado pelos canais apropriados, e pessoas próximas foram avisadas de que a foto da filha estava sendo usada para pedir dinheiro.

A instituição financeira analisou o relato sem garantir devolução imediata. Os registros foram mantidos até uma resposta formal. A filha revisou a visibilidade da foto nas redes sociais e combinou que não pediria dinheiro por um número novo sem telefonar antes.

Como confirmar a identidade

Marcos percebeu que as ligações feitas ao número que enviou o pedido não serviam como confirmação, porque aquele era justamente o canal controlado pelo golpista. A verificação deveria ocorrer por um telefone já conhecido, por uma chamada de vídeo em momento seguro ou por uma pergunta cuja resposta não estivesse disponível em redes abertas.

A foto, o nome e o tom familiar não comprovavam a identidade. A chave de transferência em nome de outra pessoa também era um sinal de alerta. Depois do caso, pai e filha combinaram que qualquer pedido inesperado de dinheiro seria confirmado por outro meio. Marcos fixou o contato verdadeiro dela e deixou de considerar a imagem de perfil como prova.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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