Manaus, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Almeida acusa Cidade de apoiar governo e cobra pedidos de desculpas

Debate sobre produtores rurais do Amazonas terminou com troca de acusações entre os candidatos à Prefeitura de Manaus.

Almeida diz que Cidade deveria pedir desculpas, não pedir votos

O debate sobre as dificuldades dos produtores rurais do Amazonas terminou com acusações entre David Almeida (Avante) e Roberto Cidade (União Brasil), nesta terça-feira (22 de setembro), durante o debate da TV Norte/SBT.

A discussão começou com uma pergunta sobre crédito, energia, assistência técnica e logística para transformar a produção de farinha de Uarini em atividade exportadora. Almeida citou ações realizadas durante sua gestão na Prefeitura de Manaus. Cidade contestou a resposta e disse que a realidade do interior é diferente da encontrada na capital.

Na réplica, Almeida relacionou Cidade à administração de Wilson Lima, correligionário do candidato do União Brasil. O prefeito afirmou que Cidade apoiou o governador durante os últimos sete anos e que, por ter ocupado três vezes a presidência da Assembleia, já faria parte do governo.

“Você e o Wilson Lima não eram para estar aqui diante da população pedindo votos. Vocês eram para estar aqui pedindo desculpas”, declarou Almeida.

O candidato do Avante também acusou o grupo governista de abandonar os ramais, enfraquecer os órgãos ligados ao setor primário e prejudicar pequenos produtores. Na fala, citou a Adaf, a Sepror e o Idam.

Cidade respondeu inicialmente com a promessa de ampliar as linhas de crédito da Agência de Fomento do Amazonas (Afeam), oferecer tecnologia para mecanização e fortalecer a compra da produção pelo governo estadual. “A realidade da cidade de Manaus é uma; a realidade do interior é totalmente diferente”, afirmou.

Após as acusações, Cidade pediu direito de resposta. A organização informou que o requerimento seria analisado pela equipe jurídica do debate.

Também ficou pendente a verificação de uma declaração de Almeida sobre uma licença ambiental para o plantio de soja em Humaitá. Segundo a afirmação, ele teria concedido a autorização como governador interino. A declaração relaciona expansão agrícola, licenciamento ambiental e queimadas no sul do Amazonas.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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