Manaus, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Viajar com informação
Brasil

Capivara pode ficar até cerca de cinco minutos submersa

O roedor usa a água para escapar, atravessar áreas e observar o entorno com apenas parte da cabeça fora da superfície.

A capivara costuma entrar na água quando identifica uma possível ameaça, mas o mergulho não segue um tempo fixo. Descrições de história natural registram que o animal pode permanecer submerso por até cerca de cinco minutos. Esse período é um limite possível, e não representa a duração habitual de todos os mergulhos.

A água faz parte da rotina da espécie, que também passa tempo pastando, descansando e se deslocando em terra. Áreas próximas a rios e lagoas oferecem vegetação para alimentação e uma rota de fuga. Ao perceber perigo, uma capivara pode emitir sinais de alerta, levando outros indivíduos do grupo a se movimentarem rapidamente.

Entrar na água pode dificultar a aproximação de alguns predadores terrestres, mas não elimina todos os riscos. Também há predadores aquáticos, e a margem oposta pode oferecer abrigo melhor em determinadas situações. Por isso, o motivo exato de um mergulho não pode ser definido apenas pela observação do animal entrando na água.

Como a capivara permanece quase escondida

As narinas ficam no alto da cabeça, enquanto olhos e orelhas podem permanecer acima da linha d’água. Com essa posição, o animal respira e acompanha o que ocorre na margem mantendo grande parte do corpo submersa. Vegetação, turbidez e distância alteram o que ele consegue perceber.

As patas ajudam na natação, e o corpo é sustentado pela água. A capivara também pode atravessar rios entre áreas de alimentação e descanso. Em mergulhos curtos, reaparece rapidamente; em outras situações, pode ficar invisível por alguns minutos. Quem observa de longe ainda pode perder o ponto de emergência e supor que o animal ficou submerso por mais tempo.

Filhotes podem nadar e acompanham o grupo desde cedo, mas dependem da proteção e da experiência dos adultos. Ao encontrar capivaras perto da água, é recomendado manter distância, não tentar tocar ou fotografar de perto e não entrar na água para testar a resistência do animal. Cães devem ser mantidos sob controle, e não se deve oferecer alimento.

A aproximação pode ser interpretada como ameaça e prolongar o estresse. A água, nesse contexto, funciona ao mesmo tempo como refúgio, caminho e parte do ambiente em que a capivara vive.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5