Manaus, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Equinócio de setembro marca início da primavera no Hemisfério Sul

Fenômeno astronômico equilibra a duração do dia e da noite e inspira práticas simbólicas de renovação e novos começos.

Equinócio de setembro marca início da primavera no Hemisfério Sul

O equinócio de setembro marca o início da primavera no Hemisfério Sul e a chegada do outono no Hemisfério Norte. Durante o fenômeno astronômico, o dia e a noite têm durações aproximadamente iguais.

Além da mudança de estação, o período é associado à renovação, aos novos começos e ao despertar da natureza em diferentes tradições. Para a bruxa e escritora Tânia Gori, a data pode servir como uma oportunidade para observar áreas da vida que estejam em desequilíbrio.

“Antes de florescer, é preciso encontrar o equilíbrio”, afirma Tânia Gori. A reflexão pode envolver a relação entre trabalho e descanso, dar e receber, razão e intuição, silêncio e expressão. Também pode incluir o espaço reservado para cuidar de outras pessoas e para cuidar de si.

A primavera é apresentada ainda como um momento simbólico para retomar projetos, estabelecer novas intenções e movimentar planos que permaneceram adormecidos durante o inverno. Segundo Tânia Gori, equilíbrio não significa imobilidade, mas uma etapa antes da continuidade do movimento.

Práticas simbólicas para a primavera

Na Bruxaria Natural, flores, ervas, sementes e outros elementos encontrados na natureza podem integrar celebrações. Entre as sugestões estão caminhar entre árvores e flores, decorar a casa com plantas da estação, começar uma pequena horta ou jardim e plantar algo enquanto se mentaliza um projeto ou transformação.

Amarelo, branco, dourado e verde são cores associadas ao período. Jasmim, sálvia e violeta aparecem entre os aromas relacionados à estação, enquanto citrino, esmeralda e quartzo verde são citados como pedras simbólicas.

Em algumas tradições contemporâneas do paganismo, a chegada da primavera também é relacionada a Ostara, associada ao renascimento, à fertilidade e ao despertar da natureza.

Para Tânia Gori, o ritual pode ser feito sem objetos. A proposta é escolher uma “semente” para o novo ciclo, que pode representar um projeto, relacionamento, sonho, mudança ou nova versão de si mesmo. “A primavera lembra que existe um tempo para o recolhimento, outro para encontrar equilíbrio e outro para florescer”, conclui.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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