Manaus, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Viajar com informação
Mundo

DNA não liga condenado à cena, e homem deixa corredor da morte nos EUA

Douglas Carter, condenado em 1985, foi libertado sob fiança após relatório apontar incompatibilidade entre seu DNA e as evidências do crime.

DNA não liga condenado à cena, e homem deixa corredor da morte nos EUA

Douglas Carter, de 71 anos, deixou a prisão na segunda-feira 28, depois que um relatório apontou que seu DNA não correspondia às evidências do assassinato pelo qual foi condenado. Um juiz determinou a libertação sob fiança enquanto aguarda um novo julgamento.

Carter foi condenado à morte em 1985 pelo assassinato de Eva Olesen, tia do então chefe de polícia de Provo, Utah. Após um segundo julgamento, em 1992, recebeu novamente a pena de morte e passou décadas no corredor da morte nos Estados Unidos.

Condenação e novas contestações

A acusação apresentou o caso como um assalto que terminou em morte. Carter foi implicado por duas testemunhas e assinou uma confissão. Ele afirma ser inocente e diz que assinou o documento sob coação da polícia.

Segundo a equipe de defesa, nenhuma prova física ligava Carter à cena do crime. A condenação se baseou na confissão e nos depoimentos de Epifanio Tovar e Lucía, sua esposa.

Em 2011, o casal afirmou que recebeu ordens para mentir no tribunal. Os dois também disseram que a polícia pagou despesas de aluguel, telefone e outros serviços, além de ameaçá-los, junto com o filho, com deportação.

A defesa sustenta que as evidências físicas e os depoimentos indicam que um homem branco matou Olesen. No ano passado, a Suprema Corte de Utah determinou um novo julgamento e citou “má conduta grave” por parte dos investigadores.

Neal Hamilton, advogado de Carter, afirmou que o Estado tirou 41 anos da vida do condenado e o submeteu ao corredor da morte por mais de 40 anos. “É um grande dia”, disse Hamilton em um comunicado.

A libertação ocorre enquanto o caso segue para um novo julgamento. Carter havia sido condenado com base em uma confissão contestada e nos relatos de duas testemunhas, que posteriormente questionaram a atuação policial no processo.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5