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México quer ampliar compras dos EUA para reduzir déficit comercial

Claudia Sheinbaum afirmou que o país pretende substituir parte das importações de outros mercados por produtos americanos durante as negociações tarifárias.

México quer ampliar compras dos EUA para reduzir déficit comercial

A presidenta do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta sexta-feira 25 que o país pretende aumentar as importações dos Estados Unidos para reduzir o déficit comercial americano nas relações bilaterais. A estratégia ocorre enquanto os dois governos negociam tarifas aplicadas a setores da economia mexicana.

O México direciona 80% de suas exportações ao principal parceiro comercial. O intercâmbio entre os dois países superou 960 bilhões de dólares no ano passado, o equivalente a 5,3 trilhões de reais na cotação de 2025. Desse total, o saldo comercial resultou em um déficit de 197 bilhões de dólares para os Estados Unidos, ou 1,1 trilhão de reais, conforme dados oficiais.

“Temos trabalhado conjuntamente para o objetivo dos Estados Unidos, que é o que o presidente Trump chama de diminuição do déficit”, disse Sheinbaum durante sua coletiva de imprensa diária.

A proposta mexicana é comprar mais mercadorias dos Estados Unidos e reduzir as aquisições feitas em outros países. Segundo a presidenta, o movimento diminuiria a balança comercial do ponto de vista americano. Ela também afirmou que o México já é o principal comprador de mercadorias e produtos dos Estados Unidos.

As negociações incluem a eliminação ou a redução de tarifas sobre setores como aço, alumínio e automóveis. México, Estados Unidos e Canadá integram o tratado de livre comércio T-MEC, que enfrenta dificuldades em meio à guerra comercial conduzida por Donald Trump contra o Canadá.

O secretário mexicano de Economia, Marcelo Ebrard, prevê viajar a Washington na próxima semana para dar continuidade às conversas. Trump afirma com frequência que os principais parceiros comerciais dos Estados Unidos se aproveitam do país em suas relações comerciais.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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