Manaus, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Andbank prioriza ajuste fiscal e diversificação antes das eleições de 2026

Instituição recomenda exposição internacional gradual e vê oportunidades em renda fixa, ações setoriais e metais preciosos.

O Andbank recomenda que a exposição internacional faça parte da estratégia dos investidores de forma permanente, e não seja ampliada apenas às vésperas do primeiro turno das eleições 2026. Para Amanda Bertan, head de offshore no Andbank Brasil, o ajuste das contas públicas será mais relevante para os ativos brasileiros do que a tentativa de prever o vencedor da disputa.

A orientação também se aplica ao câmbio. Em vez de tentar identificar se o dólar estará caro ou barato antes da votação, a instituição sugere formar posições aos poucos. Um investidor que tenha definido uma parcela de 15% do patrimônio em ativos dolarizados, por exemplo, pode distribuir as compras ao longo do tempo para evitar a concentração em uma única cotação.

“o principal cenário que a gente traz de atenção é em relação ao ajuste fiscal no Brasil”, afirma Bertan. A executiva avalia que as eleições ainda podem influenciar os preços, tanto após a votação quanto quando forem anunciadas as primeiras medidas do próximo governo. A recomendação, porém, não é ignorar o processo eleitoral, mas evitar uma carteira concentrada em uma previsão sobre o resultado.

Alternativas para diferentes perfis

Segundo Bertan, o nível de investimento fora do Brasil deve variar conforme o perfil e os objetivos de cada cliente. Para os investidores conservadores, o Andbank aponta a renda fixa internacional de emissores com boa qualidade de crédito, com retornos que podem chegar a 5% a 6% ao ano, dependendo do papel.

Quem aceita mais risco pode considerar renda variável e setores com pouca representação na bolsa brasileira. Entre as áreas mencionadas estão tecnologia, defesa, energia nuclear e energia renovável.

Ouro e outros metais preciosos aparecem como componentes defensivos da carteira em momentos de maior volatilidade. A estratégia apresentada pelo banco combina diversificação internacional, construção gradual das posições e atenção à condução das contas públicas no próximo governo.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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