Manaus, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Projetos de alunos ganham espaço em dia de jogos e robótica em Santa Cruz do Sul

Escola apresentou 21 jogos criados por 116 estudantes durante aulas de computação, com participação de turmas do 4º ao 9º ano.

Projetos de alunos ganham espaço em dia de jogos e robótica em Santa Cruz do Sul

Um labirinto controlado por peças de Lego e um jogo de corrida com volante inspirado em carros de Fórmula 1 estiveram entre os projetos apresentados no Scratch Day da Escola Municipal de Ensino Fundamental José Leopoldo Rauber, no Bairro Dona Carlota. A atividade ocorreu nessa quarta-feira, 30.

Os trabalhos foram desenvolvidos por alunos do 4º ao 9º ano durante as aulas de computação. Ao todo, 116 estudantes participaram da produção dos projetos com acompanhamento da professora de Computação Samanta Ghisleni Marques. Durante o evento, 21 jogos ficaram disponíveis para interação com outras turmas.

A estudante Eduarda da Silva Araújo, de 13 anos, levou ao encontro o Labi Kong, criado ao longo de cinco semanas. A proposta combina um labirinto e um controle feito com peças de Lego. No jogo, a bolinha precisa passar pelos obstáculos até alcançar o buraco.

“Eu quis criar algo que chamasse a atenção das crianças e também fosse fácil de entender”, explicou Eduarda.

Criações desenvolvidas em sala

Cada turma produziu seus próprios jogos no primeiro semestre deste ano e escolheu três trabalhos para representar a classe no Scratch Day. A iniciativa teve como referência o evento mundial Scratch e também reuniu criações de robótica.

Outro projeto foi elaborado por Pietra Valentina Bruckner, de 13 anos, em quatro meses. Inspirado no irmão mais velho da estudante, o jogo é uma corrida com volante semelhante ao de carros de Fórmula 1. A atividade usa veículos do filme Velozes e Furiosos, e o objetivo é chegar ao final sem perder vidas.

Pietra já participou de campeonatos de robótica com a escola. Para Samanta, a proposta era estimular projetos interativos, nos quais os alunos tivessem participação direta, em vez de apenas observar o funcionamento dos robôs. A professora também destacou a criatividade e o interesse demonstrados pelos estudantes durante as aulas.

Os projetos foram construídos passo a passo com apoio da docente. Para Pietra, as aulas permitem que os alunos compreendam como a tecnologia funciona enquanto desenvolvem suas próprias criações.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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