SANTA CRUZ DO SUL — A chama crioula permanecerá em Monte Alverne até 20 de setembro, após ser conduzida por cavalarianos do CTG Recanto Nativo. A chegada ocorreu na manhã desta terça-feira, 8, em frente à subprefeitura do distrito, no interior de Santa Cruz do Sul.
O grupo deixou Monte Alverne na última quinta-feira, 3, em direção a Rio Pardo, onde buscou o símbolo. A cavalgada percorreu cinco municípios e aproximadamente 140 quilômetros, de acordo com o patrão do CTG, Geordano Justen.
História regional na cavalgada
Além de conduzir a chama, a jornada teve o objetivo de resgatar e compartilhar referências históricas de Rio Pardo e da Batalha do Barro Vermelho. Justen também destacou a presença do prefeito Sérgio Moraes na recepção. “Para nós, Sérgio Moraes, é um orgulho imenso tê-lo aqui e ter à frente da Prefeitura de Santa Cruz do Sul um homem que veste bombacha como nós”, afirmou.
O vereador Edson Sortica acompanhou o cortejo e falou sobre a união do grupo durante o trajeto. “Durante cinco dias, estivemos na estrada. Saímos daqui unidos e voltamos todos unidos”, disse. Segundo ele, os cavalarianos foram buscar a centelha farroupilha, considerada o símbolo máximo do Rio Grande.
Participação da comunidade
Sérgio Moraes acompanhou a recepção ao lado dos moradores e mencionou a participação de famílias de Santa Cruz do Sul nas atividades tradicionalistas, com presença de mulheres e crianças nas cavalgadas.
O prefeito também defendeu o fortalecimento do tradicionalismo no município. Ele citou a cancha de rodeios, os CTGs, o Enart, a Fecars, o Laço de Inverno e o desfile noturno da Semana Farroupilha, que, segundo Moraes, teve repercussão nacional.
A programação em Monte Alverne incluiu declamação de poesias e apresentações de danças gaúchas por crianças da comunidade.







