GOIÁS — Fundada em 1727 durante a corrida pelo ouro no interior brasileiro, a cidade começou como um pequeno acampamento de garimpeiros. O povoado cresceu depois da descoberta de jazidas minerais nas proximidades das encostas da serra goiana.
Com o declínio da mineração na metade do século dezoito, a economia local perdeu ritmo. O isolamento geográfico ajudou a preservar construções históricas e o traçado do centro, que reúne ladeiras, pontes e casarões coloniais.
Centro histórico e pedra quartzítica
A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário é um dos principais símbolos religiosos da cidade. Construída com paredes de taipa, a edificação mantém características coloniais e tem vista para as montanhas próximas. Outros templos seculares ficam perto das margens dos cursos d’água locais.
As ruas centrais são revestidas com pedra quartzítica extraída em pedreiras da própria comarca. O material aparece no calçamento das ladeiras e também é reconhecido como revestimento de projetos arquitetônicos em todo o país.
Trilhas, cachoeiras e mirantes
A cadeia montanhosa ao redor do núcleo histórico abriga trilhas ecológicas em áreas de Cerrado. Mirantes oferecem vistas panorâmicas, enquanto nascentes formam rios e riachos entre as rochas.
As cachoeiras do entorno têm poços de águas límpidas para banho. O roteiro natural inclui ainda piscinas naturais, trilhas com vegetação preservada e mirantes nas serras.
Gastronomia goiana
No fim da tarde, a Rua do Lazer concentra restaurantes com pratos da culinária de Goiás, como pamonha caipira e empadão goiano. Doces artesanais de frutas regionais e cafés completam a experiência no centro histórico.







