A comida pronta não deve permanecer por tempo prolongado em temperatura ambiente. Para acelerar o resfriamento, a orientação é dividir caldos, ensopados e outras preparações volumosas em recipientes rasos antes de levá-los à geladeira.
A prática reduz a permanência do alimento na chamada zona de perigo, faixa de temperatura que favorece a multiplicação de bactérias. Alguns esporos sobrevivem ao cozimento inicial e podem germinar enquanto a comida esfria gradualmente. As toxinas produzidas nesse processo podem resistir a novos aquecimentos.
Como organizar as sobras
As preparações devem ser colocadas sob refrigeração em até duas horas após o preparo. Carnes e aves em peças grandes precisam ser cortadas em porções menores antes de serem armazenadas.
Recipientes com pouca profundidade aumentam a superfície de contato com o ar frio e ajudam o calor do centro do alimento a sair mais rapidamente. Já panelas fundas retêm calor no núcleo por mais tempo, o que torna o resfriamento menos uniforme.
A comida pode ser transferida ainda quente para vasilhas menores e rasas. Depois de permitir a saída do vapor inicial, a tampa deve ser fechada para evitar o acúmulo de condensação dentro da embalagem. A data pode ser anotada no recipiente para acompanhar o período de consumo.
As sobras devem ser consumidas em três a quatro dias, ou em um período máximo de quatro dias, conforme a orientação apresentada. Entre as medidas recomendadas estão refrigerar os alimentos dentro do prazo, dividir preparações densas e guardar carnes e aves em pedaços menores.
Reaquecimento das refeições
Para reaquecer a comida, é necessário usar calor elevado e uniforme. Mexer a preparação durante o processo ajuda a distribuir o vapor e permite que o prato atinja fervura completa.
Também é recomendado aquecer apenas a quantidade que será consumida imediatamente. Assim, as porções que permanecem refrigeradas não passam por ciclos repetidos de aquecimento e resfriamento.







