Manaus, Sábado, 19 de setembro de 2026
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Futon libera espaço em apartamentos pequenos, mas exige ventilação

A cama japonesa é guardada durante o dia, mas o sistema depende de armazenamento adequado, superfície apropriada e cuidados contra umidade.

Futon libera espaço em apartamentos pequenos, mas exige ventilação

Em muitas casas japonesas, o futon é colocado sobre o tatame à noite e recolhido pela manhã, geralmente para um armário embutido. Com isso, o quarto pode ser usado como dormitório depois e como área livre durante o dia. Em moradias compactas, a prática reduz a quantidade de móveis fixos no cômodo.

O futon japonês é fino, dobrável e feito para ser movimentado com frequência. Ele não equivale a colocar um colchão ocidental pesado diretamente no chão: o sistema depende de uma peça que possa ser dobrada, transportada e ventilada com facilidade. Nas casas tradicionais, o oshiire é um armário profundo destinado a guardar roupas de cama e outros objetos volumosos.

Um cômodo com várias funções

Quando o futon é recolhido, a área ocupada pela cama volta a ficar disponível. O mesmo ambiente pode receber atividades como trabalho, exercícios, leitura e visitas, além de oferecer espaço livre para crianças. A lógica é reservar menos área exclusivamente para dormir e mudar a função do cômodo conforme o horário.

A solução pode ser aplicada a quitinetes, estúdios e apartamentos brasileiros com poucos metros quadrados. No entanto, é necessário ter um local adequado para guardar o futon. Sem armário ou espaço de armazenamento, o colchão apenas é deslocado e continua ocupando o ambiente.

Retirar a estrutura fixa da cama, a cabeceira e os criados-mudos também pode deixar o cômodo visualmente mais aberto. A organização, porém, precisa ser mantida: cobertores, travesseiros e futon empilhados permanentemente em um canto reduzem parte do benefício.

Umidade exige atenção

Durante a noite, o corpo libera calor e umidade, que podem ficar retidos no futon e na superfície abaixo dele. Por isso, não é indicado guardar imediatamente uma peça úmida em um armário fechado. O ideal é deixá-la respirar por algum tempo, ventilar o cômodo e secá-la completamente antes de recolher.

Levantar o futon pela manhã e mantê-lo aberto ou dobrado de maneira solta ajuda na circulação de ar. Em ambientes úmidos, também é possível alternar sua posição e verificar regularmente a parte inferior. A falta de ventilação pode favorecer mofo e cheiro de umidade, especialmente quando há condensação sob a peça.

Piso e conforto

O uso tradicional está ligado ao tatame, cuja superfície é diferente de concreto, porcelanato ou piso vinílico comum. Em apartamentos brasileiros, um piso frio pode aumentar a sensação de frio e favorecer o acúmulo de umidade na parte inferior. Dependendo do ambiente, uma base respirável, um tatame apropriado ou um estrado baixo pode ser uma alternativa.

A firmeza do futon não significa que ele seja adequado para todas as pessoas. O conforto e o suporte variam conforme o peso corporal, a posição de dormir, a mobilidade e as preferências individuais. Para quem tem dificuldade de equilíbrio, dor nos joelhos ou mobilidade reduzida, sair de uma superfície muito baixa pode ser um desafio.

Assim, a principal utilidade do futon está no aproveitamento do espaço, não em uma vantagem universal para a saúde. Para reproduzir essa lógica em um apartamento brasileiro, é preciso combinar uma peça dobrável, armazenamento adequado e uma rotina de ventilação. Dessa forma, a área antes ocupada pela cama pode voltar a ser usada durante o dia.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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