Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Olinda preserva igrejas barrocas e centro histórico reconhecido pela Unesco

Olinda reúne ladeiras de pedra, casarões coloridos e cerca de vinte igrejas barrocas em seu centro histórico.

Fundada em 1535 por Duarte Coelho, Olinda preserva um conjunto histórico marcado por ladeiras de pedra, casarões coloridos, jardins e construções religiosas. A cidade cresceu com a economia açucareira e ocupou uma posição geográfica considerada estratégica, com pontos de observação voltados para o panorama marítimo.

O traçado urbano colonial português foi adaptado à topografia local. A organização das ruas e edificações acompanhou o relevo e ajudou a formar a paisagem que caracteriza o centro histórico da cidade.

Reconstrução após o incêndio

Durante a ocupação neerlandesa, conflitos armados levaram ao saque e ao incêndio da vila em 1631. A reconstrução começou somente após 1654. Mesmo depois da destruição, Olinda recuperou sua arquitetura com a construção de dezenas de templos católicos e conventos.

O centro reúne cerca de vinte igrejas barrocas, entre elas a Catedral da Sé e o Mosteiro. Os templos conservam talhas douradas e pinturas sacras associadas ao período colonial brasileiro e à produção de arte religiosa daquele período.

A cidade recebeu da Unesco o título de Patrimônio Mundial em 1982, em reconhecimento à sua importância cultural e arquitetônica. O conjunto preservado combina construções seculares e paisagens tropicais, além de elementos como os casarões coloniais coloridos e as ladeiras históricas.

Entre os locais destacados está o Mosteiro de São Bento, situado no topo de uma colina, com vistas para a orla marítima. A construção remonta aos primeiros tempos da colonização e abriga peças artísticas que atraem historiadores e viajantes interessados em cultura. O tema também é apresentado em vídeo pela Delegação do Brasil junto à UNESCO no YouTube.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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