Manaus, Sábado, 19 de setembro de 2026
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Vacinação e sinais de alerta ajudam a prevenir a raiva em cães e gatos

Ministério da Saúde registrou 270 casos em cães e gatos no Brasil entre 2015 e 2026; doença também pode afetar pessoas.

Vacinação e sinais de alerta ajudam a prevenir a raiva em cães e gatos

A raiva matou cães e gatos em 270 casos notificados no Brasil entre 2015 e 2026, segundo dados do Ministério da Saúde. A doença evolui rapidamente depois que o vírus entra no organismo, percorre o sistema nervoso e chega ao cérebro, onde provoca uma inflamação aguda e progressiva.

A transmissão ocorre principalmente pela saliva de animais infectados, geralmente por mordidas. Arranhões profundos e lambeduras em feridas abertas ou mucosas também podem oferecer risco. Como a raiva é uma zoonose, a infecção pode atingir seres humanos.

Sinais que exigem atenção

Mudanças no comportamento do animal podem indicar o início da doença. Febre, falta de apetite, irritabilidade e isolamento incomum estão entre os sinais que não devem ser ignorados. Com a evolução do quadro, podem surgir agressividade intensa, desorientação e salivação excessiva associada à paralisia dos músculos usados na deglutição.

Pedro Risolia, médico-veterinário da Petlove, afirma que “a raiva é transmitida principalmente pela saliva de um animal infectado”. Alterações neurológicas ou contato suspeito com animais, incluindo morcegos, exigem atendimento veterinário imediato. O diagnóstico definitivo só pode ser confirmado após a morte, por meio de exames no tecido cerebral.

Vacinação e prevenção

A vacina contra a raiva é o segundo imunizante mais recorrente entre cães e gatos no PetCenso Saúde, levantamento da Petlove com mais de 1 milhão de pets cadastrados, incluindo animais vinculados a planos de saúde. A vacina fica atrás apenas da múltipla.

A aplicação da vacina antirrábica deve começar a partir dos 4 meses de idade, com reforço anual. A imunização é recomendada também para animais que vivem 100% em apartamentos, pois morcegos urbanos infectados podem entrar em contato com os pets.

Outras medidas reduzem a exposição ao vírus: impedir o contato com animais silvestres ou desconhecidos, manter cães na guia durante os passeios e evitar o acesso livre às ruas. A vacinação em massa de cães e gatos é apontada como a estratégia mais eficaz para controlar o vírus na população.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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