Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Processador HPSC amplia a autonomia de naves em missões espaciais

Chip compacto foi projetado para processar dados e executar tarefas diretamente em veículos orbitais, reduzindo a dependência de comandos da Terra.

A NASA desenvolveu o processador espacial HPSC, um chip compacto que cabe na palma da mão e foi projetado para aumentar a capacidade de processamento de sondas e outros veículos orbitais. Em testes, o componente apresentou alta velocidade e foi concebido para substituir peças antigas, mantendo o controle térmico da espaçonave.

O processador permite realizar cálculos complexos diretamente na nave. Com isso, instrumentos podem analisar dados sem depender exclusivamente de comandos enviados pelo controle terrestre. A arquitetura também foi desenvolvida para apoiar aplicações de inteligência artificial e aprendizado de máquina, além do processamento de imagens de alta resolução.

Mais autonomia para as naves

A distância entre a Terra e regiões remotas do espaço pode causar atrasos na comunicação. Por isso, a capacidade de tomar decisões localmente é importante para missões que exigem respostas rápidas. Com processamento a bordo, veículos autônomos podem analisar riscos, desviar de obstáculos, recalcular trajetórias e realizar pousos com maior independência dos comandos terrestres.

Entre as aplicações previstas estão o processamento local de dados geológicos e atmosféricos, a navegação em superfícies planetárias desconhecidas e a redução do tempo de resposta diante de perigos imediatos. O chip também administra tarefas simultâneas com consumo de energia controlado e conecta sensores para permitir diagnósticos contínuos.

Proteção contra radiação

Fora da atmosfera terrestre, partículas solares podem danificar componentes comuns de computadores. Para enfrentar esse ambiente, o projeto considera técnicas de blindagem física, tolerância a falhas e mecanismos redundantes capazes de corrigir erros lógicos e recalcular tarefas afetadas.

Esses recursos foram desenvolvidos para preservar o funcionamento dos circuitos durante longos períodos no espaço. A tecnologia pode ser aplicada em missões rumo a luas distantes e asteroides, nas quais a nave precisa planejar rotas e tomar decisões longe do controle terrestre.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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