Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Renan Santos rejeita alianças com Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno

Candidato do Missão também defendeu mudanças nos pisos da saúde e da educação e afirmou ser favorável à pena de morte.

Renan Santos diz que dever do partido dele é derrotar o Centrão
Foto: Gabriel Silva/Raspress/Estadão Conteúdo

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) afirmou que não apoiará Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. Durante sabatina realizada nesta sexta-feira, 11, ele também voltou a criticar o Centrão e disse que o partido deve trabalhar para derrotá-lo.

“Derrotar o Centrão, que para mim é a grande anomalia da política brasileira, é o dever do meu partido político”, declarou Santos. O candidato afirmou ainda que a vitória do Partido Missão representaria, necessariamente, uma vitória da democracia no país.

Na área econômica, Santos defendeu a desvinculação dos pisos da saúde e da educação. Segundo ele, a mudança permitiria maior controle das contas públicas e ampliaria a capacidade do governo de elaborar o orçamento e fazer investimentos. O candidato também afirmou que sua proposta não mantém inalterado o modelo do salário mínimo, porque prevê gatilhos automáticos para reajustes de benefícios vinculados ao valor.

Pena de morte e outras propostas

Santos declarou ser pessoalmente favorável à pena de morte, mas afirmou que o tema não seria trabalhado em um primeiro mandato. “Nos quatro anos de mandato, acho que é uma discussão que não é possível”, disse. Ele rejeitou a classificação de radical e afirmou se considerar uma pessoa sensata.

Em perguntas de resposta rápida, o candidato defendeu uma dosimetria para condenados pelos atos de 8 de janeiro, a alteração completa do foro privilegiado e a autonomia do Banco Central. Também reafirmou ser contrário à reeleição.

Ao falar sobre a crise do Supremo Tribunal Federal (STF), Santos disse que não reconhece Alexandre de Moraes como legítimo após revelações sobre um suposto envolvimento do ministro com o Banco Master. Para ele, Luiz Inácio Lula da Silva seria o mais afetado pela crise no Supremo, embora tenha acrescentado que ainda seria necessário observar os desdobramentos envolvendo Flávio Bolsonaro.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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