Manaus, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Trem a hidrogênio da Índia opera com baixa demanda e pode chegar a Nova Délhi

Com capacidade para 2.600 passageiros, composição transporta entre 40 e 60 pessoas por viagem no trecho entre Jind e Sonipat.

O primeiro trem movido a hidrogênio da Índia começou a operar em julho de 2026 no estado de Haryana, mas registra baixa ocupação no percurso entre Jind e Sonipat. A composição foi projetada para transportar 2.600 pessoas, enquanto os relatórios operacionais apontam entre 40 e 60 passageiros por viagem.

O trajeto tem 89 quilômetros e utiliza células de energia que liberam apenas vapor de água na atmosfera. A composição foi desenvolvida pela ferrovia nacional como uma alternativa aos combustíveis fósseis e iniciou as atividades em uma rota escolhida para testes da tecnologia em condições reais.

A baixa procura, porém, já era observada no trecho quando ele era atendido por uma composição a diesel. A falta de trabalhadores industriais que façam deslocamentos diários entre Jind e Sonipat limita o movimento. A ausência de polos comerciais ao longo da linha também reduz a atração de passageiros.

Possível extensão até Nova Délhi

Diante do baixo número de usuários registrado em setembro de 2026, a Indian Railways estuda estender o itinerário até a estação de Azadpur, em Nova Délhi. A proposta busca conectar a linha a uma área de maior circulação e atender trabalhadores que se deslocam diariamente para polos comerciais metropolitanos.

A ampliação ainda depende de avaliações técnicas sobre o abastecimento e a autonomia dos cilindros de hidrogênio. A ferrovia também analisa a organização dos horários na malha de tráfego intenso da capital e os protocolos de segurança para o transporte de passageiros em áreas metropolitanas.

Antes de autorizar a circulação regular até a capital, as autoridades precisam concluir os estudos operacionais e técnicos. Entre os pontos avaliados está a continuidade do abastecimento, para evitar falhas de autonomia em trajetos mais longos e preservar a segurança da operação.

A conexão com centros urbanos de maior densidade é apontada como necessária para elevar o uso de composições de alta capacidade. Se os testes confirmarem a eficácia da nova rota, o sistema poderá ser usado como modelo de integração de soluções movidas a hidrogênio ao desenvolvimento urbano e ferroviário.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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