Manaus, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Vigan preserva centro histórico com heranças espanhola, chinesa e local

Cidade no norte das Filipinas mantém casas tradicionais, ruas de pedra e um traçado urbano formado durante a colonização espanhola.

O centro histórico de Vigan, no norte das Filipinas, preserva uma paisagem urbana formada pela combinação de tradições locais, influências chinesas e arquitetura europeia. Fundada no século dezesseis, a cidade mantém edifícios, ruas e casas ligados à sua herança colonial.

O núcleo urbano foi organizado pelos colonizadores espanhóis em um traçado regular, com praças centrais e vias dispostas em grade. Ao redor desses espaços foram construídos edifícios religiosos e prédios administrativos. A configuração também favoreceu o comércio regional e a circulação pela cidade.

Técnicas locais e influências estrangeiras

Mercadores chineses estabeleceram relações comerciais na região de Ilocos Sur e influenciaram as técnicas construtivas. Conhecimentos nativos foram combinados com referências europeias, dando origem a residências adaptadas ao clima tropical e aos costumes asiáticos.

Entre as construções mais características estão as bahay na bato. As casas têm bases de pedra no primeiro piso e estruturas superiores de madeira. A combinação foi desenvolvida para absorver abalos sísmicos e manter a estabilidade dos imóveis.

As janelas usam conchas marinhas translúcidas, que permitem a entrada de luz natural sem concentrar calor nos ambientes. Grandes aberturas móveis ajudam na ventilação cruzada e contribuem para o conforto térmico.

Calle Crisologo e preservação

A Calle Crisologo reúne casarões em ruas calcetadas onde veículos motorizados não circulam livremente. Carruagens tradicionais puxadas por cavalos ajudam a manter a característica histórica do local. Entre as atividades para visitantes estão os passeios em kalesa, as lojas de cerâmica e as oficinas de tecelagem artesanal ilocana.

A cidade não foi destruída durante os bombardeios da Segunda Guerra Mundial após acordos locais que impediram sua destruição deliberada pelas tropas em retirada. A preservação do conjunto histórico contribuiu para o reconhecimento global de Vigan.

Casarões seculares iluminados por lanternas coloniais também fazem parte da paisagem. Para os viajantes, o centro histórico oferece contato com um antigo entreposto colonial e com as marcas das trocas comerciais entre diferentes povos. A conservação dos monumentos reforça a importância de proteger as memórias comunitárias diante das mudanças da modernidade.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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