Manaus, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Colômbia rompe relações diplomáticas com o Irã, mas mantém laços consulares

Decisão do governo de Abelardo de la Espriella foi formalizada em 19 de setembro e inclui classificação da Guarda Revolucionária como terrorista.

Colômbia rompe relações diplomáticas com o Irã, mas mantém laços consulares

A Colômbia rompeu relações diplomáticas com o Irã, em decisão anunciada na quinta-feira 24 e formalizada em 19 de setembro. Os vínculos consulares entre os dois países foram mantidos.

A medida integra a política externa de segurança nacional do governo de Abelardo de la Espriella e aproxima Bogotá de Washington. O governo colombiano justificou o rompimento com base em supostos vínculos do Irã com narcoterroristas e em ações de Teerã no Oriente Médio, entre elas o bloqueio do Estreito de Ormuz.

Em comunicado separado, Bogotá classificou a Guarda Revolucionária do Irã como organização terrorista. O governo colombiano acusou o grupo de envolvimento em repressão e operações secretas internacionais.

Reação do Irã

O Ministério das Relações Exteriores do Irã rejeitou a decisão e a classificou como “infundada e hostil”. Segundo a pasta, a medida reflete a influência dos Estados Unidos e de Israel.

A crise diplomática ocorre durante o conflito no Oriente Médio, iniciado em fevereiro após ataques norte-americanos e israelenses contra o território iraniano. A decisão colombiana, portanto, mantém os canais consulares, mas encerra a relação diplomática formal com Teerã.

O rompimento foi adotado pela administração de Abelardo de la Espriella no contexto de sua política de segurança nacional e da aproximação com Washington.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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