Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Delegação iraniana receberá autorização dos EUA para ir à Assembleia da ONU

Permissão inclui o presidente Masoud Pezeshkian, mas a delegação terá restrições de viagem e será menor que a do ano passado.

Delegação iraniana receberá autorização dos EUA para ir à Assembleia da ONU

Os Estados Unidos autorizaram a entrada de uma delegação iraniana para participar, na próxima semana, da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. A decisão ocorre durante a guerra entre os dois países, que entrou no sétimo mês.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira 17 por um porta-voz do Departamento de Estado. “Em conformidade com nossas obrigações como país anfitrião, a delegação central do regime iraniano poderá assistir à Semana de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU”, afirmou.

Uma fonte familiarizada com o assunto confirmou que o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, estará incluído na autorização. Segundo essa fonte, o grupo será menor que o enviado no ano passado e terá de cumprir restrições de viagem. Também haverá proibições para a compra de bens de luxo e outros produtos.

No fim de fevereiro, ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã deram início ao conflito, que se espalhou pelo Oriente Médio. Em resposta, Teerã anunciou um bloqueio do Estreito de Ormuz, rota marítima usada no transporte de hidrocarbonetos. A medida fez os preços mundiais do petróleo dispararem.

Nas últimas semanas, os combates entre Estados Unidos e Irã foram retomados. O tráfego marítimo continua restrito em Ormuz e no Estreito de Bab el Mandeb, em frente ao Iêmen. Combatentes houthis pró-iranianos, que enfrentam o governo, afirmam ter tomado o controle dessa área.

Visto negado a Mahmoud Abbas

Os Estados Unidos também negaram, pelo segundo ano consecutivo, o visto de entrada para o presidente palestino Mahmoud Abbas participar da Assembleia Geral da ONU. A decisão foi confirmada na quarta-feira por uma fonte informada sobre o caso.

No ano passado, a medida do governo do presidente americano, Donald Trump, levou Abbas a falar com os líderes mundiais por videoconferência. A presença do dirigente na Assembleia Geral era habitual.

Em comunicado, o Departamento de Estado informou que também negaria vistos a integrantes da Organização para a Libertação da Palestina e a funcionários da Autoridade Palestina. O órgão justificou a decisão pela falta de reformas, pelo descumprimento de compromissos com os Estados Unidos e por atividades que, segundo o comunicado, prejudicam as perspectivas de paz.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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