SÃO PAULO — O candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, classificou o cenário político brasileiro como um “manicômio” durante uma visita ao Mercado Municipal de São Paulo, neste domingo (13). Após o compromisso, ele criticou a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), senadores, deputados e integrantes do Executivo.
Em entrevista coletiva, Cury afirmou que a política brasileira está “tão suja e tão egocêntrica” e que o debate nacional fica concentrado em um grupo reduzido de autoridades. Para o candidato, a sociedade deveria ter mais representação e cobrar responsabilidade dos políticos.
Cury também disse que esses agentes públicos são empregados da sociedade, escolhidos pelo voto ou remunerados pelos contribuintes. Na avaliação dele, por isso, deveriam prestar contas à população de forma mais transparente e efetiva.
Durante a agenda, o candidato usava uma camisa com a frase “nem picanha, nem fuzil”. Ele afirmou que pretende atuar como uma ponte entre o “velho” e o “novo” Brasil e encerrar o que chamou de “lama da corrupção” na política nacional.
Agenda de campanha
Cury chegou ao Mercado Municipal de São Paulo por volta das 11 horas. Depois da visita, a equipe previa a gravação de conteúdos de campanha durante a tarde, entre 14h30 e 18h. A assessoria de imprensa informou que o material teria como objetivo reforçar a comunicação da plataforma e das propostas do candidato, sem detalhar o conteúdo.
Ao apresentar suas propostas, Cury declarou que pretende enfrentar problemas de aproximadamente 82 milhões de famílias brasileiras que vivem endividadas. Ele também defendeu uma mudança na política, que descreveu como egocêntrica, individualista e dominada por interesses familiares.







