Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Augusto Cury propõe mudanças no STF e critica adversários na eleição presidencial

Candidato do Avante defendeu julgamento público sobre o Banco Master e pediu explicações de Flávio Bolsonaro sobre a Operação Dark Horse.

Augusto Cury (Avante) pede que eleitores rejeitem quem estiver na ‘lista de Vorcaro’

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) defendeu mudanças na composição e no funcionamento do Supremo Tribunal Federal durante agenda na sede da RECORD, em São Paulo, nesta sexta-feira (11). Ele também pediu que o julgamento relacionado às investigações sobre o Banco Master seja público, aberto e televisionado.

Cury solicitou ao presidente do STF, Edson Fachin, e aos demais ministros que levem o caso envolvendo o banco até as últimas consequências. O candidato também defendeu que o processo seja concluído antes das eleições. “Quem está na lista de Vorcaro não merece o seu voto, seja quem for”, afirmou, em referência a políticos que possam aparecer entre os nomes ligados a Daniel Vorcaro.

Na proposta para o Supremo, Cury prevê que dois terços dos ministros sejam magistrados de carreira. Representantes do Ministério Público e da advocacia completariam a composição. Ele também criticou a duração dos mandatos atuais e sugeriu que ministros ingressem aos 50 anos, com permanência de oito anos. “Ministros que entram com 40, 41 anos e saem com 75 anos têm que entrar com 50 anos e ficar oito anos”, declarou.

O candidato ainda defendeu o fim da reeleição para presidentes, mecanismo que classificou como algo que “flerta com o comunismo”.

Sobre a Operação Dark Horse, Cury disse que Flávio Bolsonaro (PL), também candidato à Presidência, precisa prestar mais esclarecimentos. Ele defendeu a punição de todos os envolvidos, sem exceção, e questionou a experiência profissional do adversário.

Cury avaliou que, em um segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro, o petista venceria o rival. Segundo ele, esse resultado seria desejado por Lula, enquanto sua própria candidatura representaria uma ameaça eleitoral ao presidente.

O candidato também criticou a concentração do debate político em Lula, Flávio Bolsonaro e na crise no STF. Em publicação nas redes sociais, afirmou que “o Brasil está sendo governado por um celular apreendido”, em referência às mensagens atribuídas ao aparelho de Daniel Vorcaro.

Entre os temas que considera deixados em segundo plano, Cury citou os feminicídios e os jovens que não trabalham nem estudam. Ele também propôs ampliar o número de microempresas para pelo menos 10 milhões e dividir o BNDES em duas instituições, uma para pequenos e microempresários e outra para grandes empresas.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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