Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Caiado pede ao STF abertura de investigações sobre Banco Master e INSS

Candidato afirma que eleitores precisam ter acesso a informações sobre agentes públicos antes das eleições de 2026.

Caiado pressiona Fachin por transparência em casos Master e INSS

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, a retirada do sigilo de investigações relacionadas ao Banco Master, às fraudes no INSS e a outros casos que envolvam agentes públicos.

A solicitação foi protocolada em 4ª feira (9.set.2026), por meio de uma petição. Caiado afirma que a divulgação das informações permitiria ao eleitor conhecer as apurações antes das eleições de 2026, marcadas para outubro.

Argumento apresentado

Na avaliação do candidato, o acesso aos dados é necessário para que os eleitores possam avaliar figuras políticas envolvidas nas investigações. Ele também afirma que a abertura das informações não deve se limitar à disputa pela Presidência da República.

Caiado cita a escolha de candidatos aos governos estaduais, às assembleias legislativas, à Câmara dos Deputados e ao Senado como parte do processo que poderia ser influenciado pela divulgação das apurações.

O candidato compara a falta de transparência à disseminação de fake news e menciona medidas adotadas pelo Judiciário em eleições anteriores para combater a desinformação. Na petição, argumenta que a ausência de informações pode prejudicar o processo eleitoral.

“Não faz sentido que o povo brasileiro vá às urnas às cegas”, afirmou Caiado. Ele defende que os eleitores tenham acesso ao que a Polícia Federal já reuniu nas investigações, sem depender de vazamentos ou de informações parciais.

Para Caiado, a credibilidade das instituições também depende da possibilidade de consulta dos eleitores aos dados das apurações. A petição foi dirigida a Fachin, que preside o STF.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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