Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Caiado critica vínculo de Flávio Bolsonaro e defende reformas no STF

Candidato do PSD também falou sobre pesquisas, sigilo de investigações e uso de câmeras corporais por policiais.

Caiado sobre Flávio Bolsonaro: 'Personagem criado para disputar uma eleição'
Foto: Reprodução/UOL

Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta sexta-feira (4) que Flávio Bolsonaro seria um personagem criado para disputar uma eleição. O candidato à Presidência disse que construiu a própria trajetória política e que não depende da associação com outros nomes.

"Eu tenho autonomia, eu não sou um personagem criado para disputar uma eleição", declarou Caiado durante uma sabatina.

O candidato também comentou o avanço de Augusto Cury (Avante), que o ultrapassou nas pesquisas eleitorais divulgadas nesta semana e passou a ocupar o terceiro lugar. Caiado afirmou que o adversário tem o direito de apresentar sua candidatura. Segundo ele, a sociedade avaliará até o dia 4 de outubro quem deverá enfrentar Lula no segundo turno.

Posição sobre o Supremo

Caiado defendeu a divulgação de investigações que envolvam políticos e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A discussão ocorre após André Mendonça retirar o sigilo de apurações da Polícia Federal (PF). O documento tornou públicas mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e Alexandre de Moraes.

O candidato disse que vem pedindo há mais de três semanas a abertura dos sigilos relacionados às investigações. Para ele, a medida permitiria que a sociedade conhecesse os fatos apurados e evitaria um golpe à democracia brasileira.

Se for eleito, Caiado pretende propor reformas no STF. Entre as medidas citadas estão a escolha de ministros com mais de 60 anos, a análise do currículo dos indicados por autoridades ligadas à Justiça e a criação de um período de quarentena para que futuros ministros assumam cargos políticos antes e depois de ocupar uma vaga na Corte.

Câmeras corporais

Caiado também se declarou contrário ao uso de câmeras corporais por policiais, mas não detalhou os motivos. Ele negou que sua posição represente tolerância a abusos e afirmou que cada governador deve decidir sobre a adoção dos equipamentos.

"Jamais. É o cumprimento da lei e da ordem", disse o candidato ao rejeitar a possibilidade de ser conivente com excessos cometidos por agentes de segurança.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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