Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Polícia Científica libera corpo de Dayse Diniz após confirmação por DNA

Exame realizado em Belém confirmou a identidade de Dayse com 99,99% de certeza; sepultamento deve ocorrer nos próximos dias.

Polícia Científica libera corpo de Dayse Diniz após confirmação por DNA

A Polícia Científica liberou para sepultamento o corpo de Dayse Diniz, encontrado na região do Eixo Forte, no oeste do Pará. A identificação foi confirmada por exame de DNA realizado em Belém, com 99,99% de certeza, após mais de 30 dias de espera.

Dayse desapareceu em 23 de julho. O corpo foi localizado seis dias depois, em 29 de julho, próximo às comunidades São Brás e Ramal dos Coelhos. Devido ao avançado grau de decomposição, foram necessários exames complexos para confirmar a identidade e esclarecer as causas da morte.

Segundo a Polícia Científica em Santarém, o corpo permaneceu na geladeira do órgão enquanto eram preparados os laudos necroscópico, cadavérico e de DNA. O material genético foi transportado para Belém com apoio de um helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) do Pará.

A diretora regional de medicina legal, Stael Rejane, afirmou que o exame precisou ser repetido para garantir a confirmação. “No caso, obtivemos 99,99% de certeza”, disse. De acordo com ela, os procedimentos seguem padrões nacionais e exigem o cumprimento da cadeia de custódia do material genético e biológico.

O laboratório de DNA em Belém deu prioridade ao caso. Com a conclusão dos laudos exigidos pela Polícia Civil e pelo Poder Judiciário, a Polícia Científica encerrou o trabalho pericial e liberou oficialmente o corpo.

A família pediu que o corpo permaneça preservado na geladeira até o início da próxima semana. A medida permitirá que a mãe de Dayse, que mora em Oriximiná, chegue a Santarém. Depois, os familiares farão o traslado e as últimas homenagens. A retirada e o sepultamento devem ocorrer nos próximos dias.

As investigações da Polícia Civil apontam João Pedro Pereira dos Santos como principal suspeito. Segundo a apuração, Dayse o conheceu na noite do desaparecimento e foi levada a uma chácara, onde o crime teria ocorrido. Preso, João Pedro confessou o assassinato.

Ele também é apontado como reincidente. O suspeito havia sido condenado por outro feminicídio, cometido em Uruará, estava foragido do sistema prisional e teria usado um nome falso ao ser preso inicialmente por roubo. João Pedro permanece preso e deve responder por feminicídio e ocultação de cadáver. O inquérito está sob responsabilidade da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam).

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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