Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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El Niño deve elevar chuvas e tempestades no Rio Grande do Sul, diz especialista

Alexandre Aguiar afirmou que o período mais crítico deve ocorrer entre outubro e dezembro, com reflexos ainda em parte do verão.

El Niño deve elevar chuvas e tempestades no Rio Grande do Sul, diz especialista

A frequência de tempestades, a ocorrência de granizo e o volume de chuva acima da média tendem a aumentar no Rio Grande do Sul nos próximos meses, conforme avaliação apresentada por Alexandre Aguiar, diretor de Comunicação da MetSul Meteorologia. A previsão foi discutida em uma palestra promovida pela Sicredi Vale do Rio Pardo na terça-feira, 8.

Aguiar relacionou o cenário à magnitude do El Niño e afirmou que o estado deve atravessar um período de adversidade climática muito intensa. A maior atenção, segundo ele, deve estar voltada para o último trimestre do ano, entre outubro e dezembro, além de parte do verão.

“Já tivemos uma amostra agora em julho e agosto, com excesso de chuva e frequência maior de tempestades no estado”, disse o especialista. Ele apresentou gráficos, mapas e projeções internacionais elaboradas a partir de diferentes modelos e fontes para detalhar as tendências para os próximos meses.

Durante a exposição, o meteorologista comparou a formação do fenômeno com outros eventos de grande intensidade registrados em períodos passados e em históricos mais recentes. Aguiar ressaltou, porém, que a previsão não indica necessariamente a repetição dos episódios de cheias de 2024, porque cada fenômeno climático apresenta características próprias.

A palestra reuniu mais de 260 pessoas, entre associados, representantes dos setores público e privado e integrantes da comunidade. O público fez perguntas ao longo do evento, respondidas pelo palestrante. Ele também destacou a importância de acompanhar previsões divulgadas por fontes responsáveis e confiáveis.

Informação para decisões

O presidente da Sicredi Vale do Rio Pardo, Heitor Álvaro Petry, afirmou que a atuação da cooperativa inclui a oferta de informação, além do apoio financeiro. Para ele, os dados podem ajudar diferentes setores a estabelecer referências para suas decisões e reduzir possíveis efeitos das condições climáticas previstas.

A iniciativa, segundo Petry, foi direcionada a produtores rurais, prefeituras, instituições técnicas e outros interessados. “Faz parte da essência do cooperativismo trazer informação”, declarou.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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