Os trabalhadores dos Correios entraram em greve na última quinta-feira para pressionar pela aprovação do acordo coletivo de trabalho 2025/2026. A paralisação é considerada abusiva pela estatal, que recorreu ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) para garantir o funcionamento mínimo da empresa.
O presidente do TST, ministro Vieira de Mello Filho, determinou a manutenção de 80% do efetivo durante o movimento. A decisão foi proferida no último sábado, 12.
Justificativa do tribunal
Vieira de Mello Filho considerou que o serviço prestado pelos Correios é essencial. Na decisão, afirmou que a greve pode impactar as eleições e citou os compromissos assumidos pela empresa com entes públicos e privados relacionados ao pleito eleitoral de 2026.
“A atividade essencial desenvolvida pela suscitante se agiganta em face dos compromissos assumidos com entes públicos e privados relacionados ao pleito eleitoral de 2026”, declarou o ministro.








