Uma jovem baleia jubarte foi libertada no Alasca depois que socorristas cortaram os cabos que a prendiam a equipamentos de pesca. A operação ocorreu na entrada de Endicott Arm, a cerca de oitenta quilômetros ao sul de Juneau, durante o mês de maio.
As linhas atravessavam a boca do animal, prendiam suas barbatanas e estavam enroladas perto da cauda. Com o emaranhamento, a baleia enfrentava dificuldades para nadar e respirar livremente.
O equipamento estava associado à pesca comercial de caranguejo Tanner. Duas armadilhas permaneciam presas ao fundo do mar, e cada uma pesava cerca de trezentos e sessenta e três quilos. Os pesos mantinham os cabos tensionados enquanto o animal tentava se movimentar.
Corte dos cabos
A equipe do programa de resposta a emaranhamentos de grandes baleias usou barcos e ferramentas específicas para realizar cortes à distância. O trabalho durou aproximadamente cinco horas e terminou com quatro cortes nas linhas principais.
A posição dos cabos exigiu cuidado porque parte deles passava pela boca e estava presa aos membros da baleia. Os socorristas também precisaram lidar com o peso das armadilhas submersas e cortar as linhas corretas para liberar os equipamentos sem colocar a operação em risco.
Após a retirada dos principais cabos, a baleia deixou de arrastar as armadilhas pelo fundo marinho. O animal voltou a se deslocar com autonomia e a manter a respiração regular na superfície. A espécie é Megaptera novaeangliae.
O canal NOAA Fisheries publicou um vídeo sobre o caso e o trabalho realizado pela equipe de resgate.







