Manaus, Sábado, 19 de setembro de 2026
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Baleia-anã é resgatada após percorrer 64 quilômetros presa a cordas

Animal foi encontrado perto de Cape Cod com uma corda passando pela boca e outra linha profundamente presa à nadadeira esquerda.

Baleia-anã é resgatada após percorrer 64 quilômetros presa a cordas

Uma baleia-anã de aproximadamente 5,5 metros foi localizada perto de Cape Cod, em Massachusetts, nos Estados Unidos, depois de passar dias arrastando cordas, boias e outros equipamentos de pesca. O animal foi visto em 6 de setembro e reencontrado dois dias depois, a mais de 40 milhas, cerca de 64 quilômetros, do ponto inicial.

O primeiro alerta foi feito por pescadores recreativos em Cape Cod Bay. Eles comunicaram o caso ao Marine Animal Entanglement Response, programa do Center for Coastal Studies especializado em resgates de animais marinhos enroscados.

Na manhã seguinte, as equipes procuraram a baleia nas áreas de Provincetown e Truro, mas não a encontraram. Em 8 de setembro, uma equipe de levantamento aéreo do Northeast Fisheries Science Center localizou o animal perto de Nauset Inlet, em Eastham. A aeronave permaneceu sobre a baleia enquanto os socorristas se aproximavam de barco.

Resgate em alto-mar

A avaliação mostrou que uma corda pesada passava pela boca da baleia e dava várias voltas ao redor do corpo. A posição da linha provavelmente dificultava ou impedia a alimentação, além de aumentar o risco de exaustão e ferimentos.

Os socorristas usaram uma faca em formato de gancho presa à ponta de uma haste longa para cortar o material à distância. As cordas foram examinadas antes de cada corte, e os componentes mais pesados foram retirados gradualmente. A equipe também evitou puxar linhas profundamente presas à pele e acompanhou o comportamento do animal durante a operação.

Uma linha encontrada profundamente incrustada na região da nadadeira esquerda permaneceu no local. Conforme o Center for Coastal Studies, removê-la à força poderia causar sangramento excessivo. A prioridade foi liberar o restante do corpo sem aumentar o risco para a baleia.

Depois que a maior parte das cordas e boias foi retirada, o animal voltou a nadar normalmente. Ainda assim, os socorristas consideraram o prognóstico ruim por causa dos ferimentos, da linha presa à nadadeira e da possibilidade de a corda na boca ter impedido a alimentação durante parte do período.

O Center for Coastal Studies atua nesse tipo de ocorrência desde 1984 e já libertou mais de 200 grandes animais marinhos de equipamentos e cordas. A orientação da equipe é que pessoas sem treinamento não tentem cortar ou retirar materiais presos a animais marinhos.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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