A candidata ao Governo do Amazonas Maria do Carmo (PL) afirmou que os períodos de seca e cheia no estado não representam uma crise climática. A declaração foi feita em sabatina à Rede Amazônica, em 14 de setembro.
Maria do Carmo atribuiu os impactos enfrentados pela população à falta de planejamento do poder público. A posição está alinhada à defendida pelo senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) sobre a questão ambiental.
“Quando tem seca e cheia, a gente não está falando de crise climática”, afirmou a candidata. Ela disse que uma crise climática no Amazonas seria marcada por fenômenos como tufões, furacões ou nevascas.
A candidata também responsabilizou a administração pública pelos problemas de abastecimento de água e saneamento no interior. “A falta de saneamento, a falta de água potável, isso é culpa do governo”, declarou.
Para lidar com os efeitos da vazante, Maria do Carmo defendeu obras permanentes destinadas às comunidades ribeirinhas. Entre as propostas citadas, estão passarelas permanentes, em substituição às estruturas de madeira.








