Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Família informa prazo para chegada de medicação experimental de Lito Sousa

Autorização da Anvisa permite importar e usar o tratamento; esposa afirma que procedimento está previsto em lei.

Família informa prazo para chegada de medicação experimental de Lito Sousa

A medicação experimental autorizada para Lito Sousa deve chegar ao Brasil entre sete e nove dias a partir da última sexta-feira, 4, informou Mila Seidl, esposa do piloto e youtuber. A família confirmou pelas redes sociais que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a importação e o uso do tratamento.

Mila afirmou que o pedido seguiu um procedimento previsto em lei para o uso compassivo de medicamentos e que não houve tratamento privilegiado no processo. Segundo ela, pessoas em situação semelhante também podem solicitar uma autorização desse tipo. Cabe à Anvisa analisar cada pedido, podendo deferi-lo ou indeferi-lo.

A documentação apresentada pela família incluiu materiais enviados pela farmacêutica e exames diversos. Mila classificou o processo como bem estruturado e afirmou que uma das intenções da família é mostrar o caminho que pode ser seguido por pessoas com doenças raras para buscar medicamentos experimentais, importação ou participação em estudos.

A esposa de Lito também relatou que houve entendimento entre o governo brasileiro, o Ministério da Saúde, a Anvisa e a Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, sobre a urgência do caso. O fluxo mais rápido levou cerca de uma semana, segundo Mila.

“Estamos prontos para receber o tratamento”, publicou a esposa de Lito. Em outro relato, ela disse que o período de espera foi angustiante porque, nesse intervalo, o quadro do marido teve perdas, mas afirmou compreender a necessidade de análise pelas autoridades.

Doença de Creutzfeldt-Jakob

Lito foi diagnosticado com Doença de Creutzfeldt-Jakob. A condição é rara e tem menos de 100 casos suspeitos registrados por ano no Brasil. A doença está associada ao acúmulo de formas anormais de uma proteína produzida nas células cerebrais, os príons, o que compromete o funcionamento do órgão.

O quadro evolui rapidamente e tem desfecho fatal. A comunidade científica ainda reúne mais perguntas e hipóteses do que certezas absolutas sobre a doença.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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