Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Nala acompanha cães durante eutanásia quando tutores não podem estar presentes

Cadela adotada por uma veterinária permanece ao lado de animais assustados ou debilitados durante o procedimento.

Nala acompanha cães durante eutanásia quando tutores não podem estar presentes

Nala, uma cadela de oito anos, acompanha cães que passam por eutanásia quando seus tutores não conseguem permanecer na sala. Ela se aproxima dos animais, deita ao lado deles e fica no local durante o procedimento, oferecendo companhia em um ambiente desconhecido.

A iniciativa começou com a veterinária Lauren McNamara, que adotou Nala, uma mistura de Staffordshire Bull Terrier com kelpie. A cadela já acompanhava a profissional durante o trabalho, inicialmente apenas como companhia ao longo das jornadas. Com o tempo, Lauren percebeu que Nala se aproximava de cães muito debilitados ou assustados e permanecia tranquila perto deles.

Segundo a veterinária, alguns pacientes pareciam relaxar ao notar a presença de outro cachorro. A prática ganhou importância durante a pandemia da Covid-19, quando algumas clínicas restringiram a entrada de tutores. O uso de máscaras e outros equipamentos também tornava o ambiente mais estranho para os animais.

Lauren relata que, em algumas situações, precisava separar o cão da família e realizar o procedimento praticamente sozinha. Para ela, era difícil que os últimos minutos do animal fossem marcados pelo medo de estar em um lugar desconhecido ao lado de uma pessoa com quem ele tinha pouco contato.

“São animais de manada; estão programados para buscar proteção e orientação entre si”, explicou McNamara. A veterinária afirma que Nala também costuma ficar perto dos pacientes durante a colocação do cateter intravenoso, usado para administrar os medicamentos do procedimento.

Companhia sem substituir a família

A presença de Nala não substitui o vínculo entre o cão e seu tutor. Lauren prefere que a família acompanhe a despedida sempre que possível. A cadela é chamada principalmente quando a pessoa não consegue estar presente por dificuldade emocional ou alguma circunstância específica.

De acordo com a veterinária, cães observam o comportamento de outros animais para avaliar se um ambiente transmite ameaça ou segurança. A postura relaxada de Nala e sua familiaridade com Lauren podem servir como referência social para alguns pacientes, embora nem todos reajam da mesma forma.

Lauren também afirma que a cadela se tornou um apoio para ela, já que a eutanásia continua sendo uma das partes mais difíceis da profissão. Nala não substitui ninguém, mas permanece ao lado do animal durante seus últimos minutos.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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