Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Renan Santos propõe limitar autonomia universitária e rever Fies e ProUni

Candidato do Missão criticou a gestão das universidades públicas e defendeu priorizar ensino técnico, pesquisa e tecnologia.

Renan Santos defende fim da autonomia nas universidades e critica gestão das instituições públicas
Foto: Reprodução/TV Globo

Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missão, defendeu o fim da autonomia universitária e mudanças no financiamento estudantil público. As propostas foram apresentadas nesta quinta-feira (10), durante evento na Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil), em São Paulo.

O candidato afirmou que o Brasil gasta no ensino superior valores semelhantes aos de países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mas não alcança resultados proporcionais. Para Renan, o problema está na administração dos recursos.

“A gestão das universidades públicas brasileiras é uma porcaria”, afirmou. Ele também disse que, em um eventual governo, as instituições públicas deveriam seguir o que considera serem os interesses da população, já que são financiadas com recursos públicos.

Renan afirmou que pretende direcionar investimentos para pesquisa, extensão, produção de tecnologia, saúde, biotecnologia e inteligência artificial. Como referências, citou Israel, Singapura, China e Japão.

Fies, ProUni e ensino técnico

O candidato defendeu a restrição e a reformulação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa Universidade para Todos (ProUni). Na avaliação dele, os programas podem levar estudantes a instituições privadas de baixa qualidade e, no caso do financiamento, provocar endividamento.

Renan disse que apenas universidades privadas consideradas por ele “muito boas” deveriam receber financiamento público. Também afirmou que pretende priorizar o ensino técnico no ensino médio.

Como exemplo, citou a Alemanha. Segundo o candidato, 50% dos estudantes deixam a escola com formação técnica e preparados para conseguir um emprego.

Renan também criticou o que considera uma valorização excessiva dos diplomas universitários. Para ele, o aumento na quantidade de diplomas não foi acompanhado por crescimento proporcional da produtividade do país, que teria permanecido estagnada em relação ao mundo.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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