Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Renan Santos acusa Flávio Bolsonaro e critica influência do bolsonarismo na direita

Pré-candidato do Partido Missão rejeita a ideia de terceira via e apresenta propostas para economia, educação, segurança e política externa.

Renan Santos chama Flávio Bolsonaro de 'criminoso': 'Lance do Flávio é ficar rico e comprar imóveis'
Foto: Reprodução

O pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Missão, Renan Santos, acusou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de não ter interesse em disputar o cargo e afirmou que o parlamentar atua para ampliar seu patrimônio. A declaração foi dada em entrevista ao MyNews.

Renan também questionou a influência do bolsonarismo sobre a direita brasileira e disse que Flávio Bolsonaro não teria condições de derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Flávio nunca quis ser presidente. Flávio sempre esteve lá em Brasília para fazer negócios”, afirmou.

O fundador do Partido Missão criticou ainda o Partido Novo, que classificou como uma legenda de centro. Para Renan, a sigla não apresenta uma visão clara sobre educação nem um projeto de país e, em diferentes momentos, teria atuado próxima ao bolsonarismo. Ele também afirmou que o partido não comenta nomes ligados a suspeitas de corrupção nesse campo político.

Ao abordar a relação de Flávio Bolsonaro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso por fraudes, Renan criticou a forma como o episódio é tratado. O pré-candidato disse que o senador deve ser chamado de criminoso e questionou o recebimento de milhões de reais atribuído a ele.

Renan rejeitou o rótulo de terceira via para sua candidatura. Segundo ele, essa estratégia coloca os candidatos em uma posição secundária na disputa. A intenção, afirmou, é apresentar uma alternativa direta aos grupos liderados por Lula e Jair Bolsonaro.

Propostas apresentadas

Para a chapa, Renan escolheu Aroldo Medina como pré-candidato à vice-presidência. Ele disse ter buscado um nome complementar ao seu e afirmou que a maior visibilidade deve ser a do candidato à Presidência.

Na economia, defendeu mudanças na Previdência, revisão de benefícios fiscais, alterações no funcionalismo público e o fim de mecanismos que aumentam automaticamente determinadas despesas do governo.

Na educação, propôs o fim da progressão continuada e a criação de incentivos ligados ao desempenho escolar. Para a segurança pública, falou em reformar o modelo de inquérito policial, endurecer penas, ampliar a integração tecnológica entre os órgãos e mudar a estrutura das carreiras policiais.

Na política externa, Renan defendeu uma postura pragmática do Brasil na disputa entre Estados Unidos e China. Segundo ele, as reservas brasileiras de terras raras podem ampliar o poder de negociação do país e atrair investimentos internacionais.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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