Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Renan Santos defende retirada de Moraes e Toffoli do STF

Candidato do Missão mudou de posição sobre confronto com o Supremo e propôs nova Constituição e reforma política.

Renan Santos diz que próximo presidente da República 'deverá ir para o enfrentamento contra STF'
Foto: Reprodução

Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República, afirmou nesta terça-feira (8) que o próximo presidente deverá enfrentar o Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração ocorreu durante entrevista à TV Jovem Pan, no contexto dos desdobramentos do caso Master e de relatórios da Polícia Federal sobre mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e autoridades dos Três Poderes, incluindo Alexandre de Moraes.

O candidato disse que mudou de opinião sobre a estratégia em relação ao STF. Antes, segundo ele, a ideia era evitar um confronto direto caso fosse eleito. Agora, defende a retirada de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli da Corte, caso a composição atual seja mantida.

Renan também declarou que não reconhecerá decisões de Moraes ou Toffoli, a quem chamou de ministros ilegítimos. Ele afirmou que os dois teriam operado em favor de um banco corrupto que, nas palavras dele, comprou a República.

Decisão sobre redes sociais

Durante a entrevista, Renan criticou uma decisão de Dias Toffoli que suspendeu o direito de ele fazer campanha eleitoral pelas redes sociais. A medida foi tomada diante de uma inconsistência na declaração das redes sociais do candidato, que classificou a decisão como uma ação por vingança.

Em outra entrevista, concedida à Mathias TV também nesta terça-feira (8), Renan afirmou que ficou surpreso com a decisão e disse que Toffoli recuou depois de voltar atrás. O candidato relatou que decidiu insistir na contestação da medida até o fim.

Proposta de nova Constituição

Entre as propostas apresentadas, Renan defendeu a elaboração de uma nova Constituição. Para ele, a Carta Magna atual impede o crescimento econômico do país e ganhos na área da soberania.

O candidato também criticou a vinculação de despesas prevista na Constituição e afirmou que o país enfrenta piora nas condições de vida e problemas relacionados ao respeito aos direitos humanos. Na avaliação dele, a atual composição do Congresso Nacional poderia resultar em uma nova Constituição pavorosa.

Como alternativa, Renan propôs uma reforma política e a escolha de uma nova Assembleia Constituinte. Ele sugeriu que os brasileiros eleitos para participar do processo fiquem afastados da atividade política por 12 anos, para evitar que interesses de negócios e de carreira influenciem os trabalhos.

Críticas a adversários

Renan criticou Augusto Cury, do Avante, a quem chamou de não-assunto e acusou de não resistir ao contraditório. Também citou Flávio Bolsonaro ao falar sobre pessoas que, segundo ele, recebem dinheiro de Daniel Vorcaro e ainda são apoiadas por parte do público.

Ao comentar a crise relacionada ao caso Master, o candidato afirmou que Lula será atingido pelos desdobramentos. Ele também mencionou Dino, Gilmar, Toffoli e Xandão ao falar sobre a relação que atribui entre o presidente e integrantes do STF.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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