Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Sindipetro-AM responsabiliza privatização da refinaria pela alta da gasolina em Manaus

Sindicato afirma que a venda criou um monopólio privado e defende a retomada do refino pela Petrobras no Amazonas.

Sindipetro-AM critica Capitão Alberto Neto e atribui alta da gasolina à privatização da refinaria: "ajudou a criar esse monstro"

O Sindicato dos Petroleiros do Amazonas (Sindipetro-AM) atribuiu à privatização da refinaria localizada no estado parte da alta no preço da gasolina em Manaus. A entidade criticou declarações do deputado federal Capitão Alberto Neto sobre o valor do combustível e cobrou atuação parlamentar pela retomada do refino pela Petrobras.

A manifestação foi publicada em vídeo no perfil oficial do sindicato no Instagram. Representantes do Sindipetro-AM afirmaram que o deputado estaria responsabilizando o governo federal pelo aumento da gasolina sem considerar os efeitos da venda da refinaria do Amazonas.

“Agora a conta chegou. A gasolina bateu R$ 7,30 aqui em Manaus porque o senhor e seus aliados venderam nosso patrimônio”, disse Marcus Ribeiro, integrante da diretoria executiva do sindicato.

Críticas à privatização

Segundo o Sindipetro-AM, a refinaria foi vendida durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Para a entidade, a operação criou um monopólio privado no estado e contribuiu para a elevação dos preços dos combustíveis.

O sindicato também afirmou que havia alertado parlamentares sobre possíveis efeitos da privatização antes da decisão. De acordo com a entidade, estudos e documentos foram entregues ao gabinete de Capitão Alberto Neto, em Brasília, com a indicação de que a medida poderia elevar os preços na região.

Retomada do refino

Na publicação, o Sindipetro-AM defendeu que a Petrobras volte a realizar o refino de combustíveis no Amazonas. A entidade avalia que a medida ampliaria a concorrência e ajudaria a reduzir os preços.

O sindicato também criticou a margem de lucro das empresas responsáveis pela distribuição e pela comercialização de combustíveis no estado. Para a entidade, a discussão sobre a gasolina não deve se limitar a mudanças na cobrança do ICMS e precisa incluir maior regulação e presença da Petrobras no setor.

A manifestação ocorre durante o debate sobre os preços dos combustíveis no Amazonas. O Sindipetro-AM afirmou que a gasolina em Manaus ultrapassou R$ 7 por litro em alguns postos e que continuará cobrando medidas para ampliar a produção nacional e fortalecer o refino no país.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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