Manaus, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Esponja de cozinha: quando usar os lados amarelo e verde

O lado macio é indicado para a limpeza diária, enquanto a fibra abrasiva deve ficar restrita a superfícies resistentes.

Esponja de cozinha: quando usar os lados amarelo e verde

A esponja tradicional tem duas faces com funções diferentes. O lado amarelo é mais macio, absorve água e detergente e deve ser usado na limpeza diária de pratos, talheres, copos e utensílios que não exigem abrasão. Já a parte verde tem uma fibra abrasiva, feita para aumentar o atrito e ajudar na remoção de resíduos difíceis.

Mesmo no caso do lado amarelo, é importante verificar a indicação do produto. Nem toda esponja dessa cor é certificada como não abrasiva. Em superfícies delicadas, a orientação específica da embalagem deve ser considerada.

Quando usar a fibra verde

A face verde pode ser útil para retirar gordura endurecida, restos de alimentos secos e sujeiras aderidas em panelas sem revestimento delicado, grelhas e algumas peças de fogão. Ela também pode ser usada em utensílios resistentes quando o fabricante permitir a limpeza abrasiva.

Não é necessário esfregar com força. Deixar o utensílio de molho por alguns minutos pode facilitar a remoção dos resíduos antes da lavagem.

Cuidados com superfícies delicadas

A fibra verde pode riscar materiais vulneráveis e desgastar o acabamento com o tempo. Por isso, deve ser evitada principalmente em panelas antiaderentes, vidro, acrílico, porcelanas delicadas e inox polido. Nesses casos, há esponjas identificadas como não risca ou específicas para revestimentos antiaderentes.

Se houver comida grudada em uma panela antiaderente, a recomendação é não recorrer imediatamente ao lado abrasivo. O procedimento indicado é deixar o utensílio de molho em água morna com detergente e, depois, fazer a limpeza com a parte macia ou com uma esponja autorizada pelo fabricante. Se a sujeira permanecer, repetir o processo é preferível a aumentar a força aplicada.

A face amarela fica, portanto, com as tarefas delicadas; a verde, com os resíduos resistentes em superfícies que suportam abrasão. A esponja também deve ser enxaguada e bem espremida após o uso. O USDA alerta que ela pode acumular bactérias e que formas caseiras de higienização não afastam totalmente a possibilidade de contaminação cruzada. A substituição regular ajuda a reduzir esse risco.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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