Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Colômbia autoriza cidadãos com armas registradas a carregá-las em espaços públicos

Decreto de Abelardo de la Espriella suspende exigência criada em 2015, mas mantém critérios para a compra de armas no país.

Colômbia autoriza cidadãos com armas registradas a carregá-las em espaços públicos

O governo da Colômbia suspendeu a exigência que impedia cidadãos com armas legalmente registradas de carregá-las em locais públicos. A medida foi anunciada nesta terça-feira 8 pelo presidente Abelardo de la Espriella, que chegou ao poder há um mês com a promessa de enfrentar guerrilheiros e outros grupos armados.

A mudança não modifica as regras para a aquisição de armamentos. De acordo com o presidente, os interessados ainda precisam atender a “condições físicas, psíquicas e emocionais”.

Em um vídeo divulgado no X, De la Espriella defendeu a decisão: “Não é justo que os bandidos estejam armados até os dentes e que as pessoas inocentes não possam se defender”. O decreto suspende uma exigência em vigor desde 2015.

A Colômbia vive uma crise de segurança relacionada à atuação de quadrilhas do narcotráfico. O país também mantém um mercado ilegal de fuzis, pistolas e munições, embora o Estado detenha o monopólio da força.

Durante a campanha, o presidente apoiou o porte de armas. A Colômbia é marcada por seis décadas de conflito armado, período que deixou dez milhões de vítimas, incluindo pelo menos um milhão de assassinados.

O governo iniciou um plano com bombardeios e operações terrestres contra grupos armados considerados terroristas pelos Estados Unidos. De la Espriella também é criticado por vídeos em que aparece caminhando entre cadáveres de integrantes desses grupos, cobertos com lençóis brancos, após ações da força pública.

O presidente tem apoio de Washington. Nesta terça-feira, o chefe da diplomacia americana, Marco Rubio, está em visita oficial ao país.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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