Manaus, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Família não identifica motorista de multa após empréstimo informal de carro

Pai e filho não conseguiram confirmar quem dirigia no momento da infração e passaram a registrar o uso do veículo.

Família não identifica motorista de multa após empréstimo informal de carro

Uma família não conseguiu identificar quem dirigia um carro no momento de uma infração registrada meses antes. A multa chegou ao pai, que era o proprietário do veículo, depois de o automóvel ter sido usado pelo filho durante algumas semanas para facilitar o trajeto até o trabalho.

A notificação informava a placa, o local, a data e o horário da infração. Como os dois utilizavam o carro, nenhum conseguiu afirmar com segurança quem estava ao volante naquele instante. O pai tinha uma compra marcada na agenda, mas o registro não indicava como ele havia chegado ao local. O filho lembrava que tinha trabalhado naquele dia, embora sua escala pudesse ter sido alterada.

Registros insuficientes

O empréstimo começou com uma finalidade temporária: o filho usaria o carro nos dias em que saísse mais tarde do serviço. Depois, o uso se estendeu a turnos extras, uma consulta e a retirada de uma encomenda. O pai continuou usando o veículo pela manhã. A chave permanecia no mesmo gancho, e os dois apenas avisavam um ao outro de passagem.

Não havia data definida para o fim do acordo nem registro das retiradas. Um recibo de combustível confirmou que alguém abasteceu o carro no dia da infração, mas não indicou quem dirigiu depois. Uma conversa mostrou que o filho sairia mais cedo do trabalho. Um comprovante de estacionamento, emitido antes do horário da multa, apontou onde o veículo possivelmente esteve em parte do dia, sem identificar o condutor.

A localização do telefone de um deles estava desligada naquela semana. Ao consultar o prazo e o procedimento para indicar o motorista, pai e filho entenderam que não deveriam informar um nome baseado em palpite. Eles reuniram os documentos e decidiram não atribuir a direção a quem não conseguiam identificar.

Novo acordo para o carro

A dúvida também trouxe à tona discussões sobre combustível, limpeza e manutenção. Depois, os dois separaram essas questões do tratamento da multa. O pai não considerou que ser o titular do documento comprovasse que estava dirigindo, e o filho não aceitou assumir uma infração incerta apenas para resolver o problema.

Na semana seguinte, eles começaram a registrar no grupo da família a retirada e a devolução do veículo, com hora aproximada e destino. Também combinaram avisar antes de emprestar o carro a terceiros. A multa seguiu o trâmite cabível, sem que a família apresentasse uma certeza que não possuía.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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