Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Guabiju se destaca pela casca roxo-escura e ainda é pouco conhecido

Fruta nativa do Brasil tem polpa amarelada e suculenta, mas aparece com menos frequência no comércio do que outras espécies.

Guabiju se destaca pela casca roxo-escura e ainda é pouco conhecido

Pequeno, arredondado e com casca roxo-escura quando maduro, o guabiju é uma fruta nativa que pode passar despercebida na árvore. Ele nasce no guabijuzeiro, espécie conhecida cientificamente como Myrcianthes pungens, e tem polpa amarelada, suculenta e doce.

O fruto é uma baga que pode chegar a pouco mais de 1 centímetro de diâmetro. Durante o amadurecimento, deixa a cor verde e ganha uma tonalidade roxo-escura, criando pontos de contraste entre as folhas. Mesmo maduro, mantém a casca áspera e resistente, característica que ajuda a diferenciá-lo de frutas visualmente semelhantes.

Como identificar o guabijuzeiro

O guabijuzeiro pertence à família Myrtaceae. A árvore pode alcançar porte considerável, mas também aparece em tamanhos menores conforme as condições de crescimento. Sua copa é arredondada, o tronco costuma ser tortuoso e a casca acinzentada pode se desprender em placas, deixando marcas com tonalidades variadas.

As folhas são opostas e relativamente espessas. A ponta muito fina pode lembrar um pequeno espinho. Nas folhas jovens, a coloração avermelhada e a presença de pelos também ajudam no reconhecimento da espécie.

Onde a fruta ocorre e como é usada

A espécie ocorre naturalmente em áreas do Sul e Sudeste do Brasil e em outros países da América do Sul. No Brasil, há registros desde o Rio Grande do Sul até São Paulo. Por causa dessa distribuição, o guabiju pode ser conhecido em algumas localidades e pouco familiar em outras.

Pesquisadores da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul destacam que os frutos são consumidos in natura, embora ainda tenham pouca presença comercial. A fruta também pode ser usada em sucos, doces, geleias e outras preparações.

As flores atraem insetos, enquanto os frutos são apreciados por aves e outros animais. Por isso, a espécie é utilizada em projetos de restauração e em sistemas agroflorestais.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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