O Parque Nacional do Iguaçu reúne quedas-d’água, florestas, rios e uma ampla variedade de espécies em uma área protegida no extremo oeste paranaense. Reconhecido pela Unesco, o parque conserva quase cento e setenta mil hectares de Mata Atlântica e funciona como refúgio para a vida silvestre e os recursos hídricos.
A unidade abriga matas ciliares, pinheirais, araucárias, perobas e palmitos protegidos de extração ilegal. Entre as espécies encontradas no território estão grandes felinos carnívoros, antas, quatis e centenas de aves. A vegetação subtropical também oferece abrigo a animais ameaçados.
Água e relevo
O relevo basáltico, formado ao longo de eras geológicas, influencia a paisagem das cataratas. Em quase três quilômetros de extensão, o rio despenca por quedas de até oitenta metros. A força da água produz uma névoa permanente, enquanto corredeiras e abismos rochosos compõem o cânion.
Passarelas posicionadas ao longo do percurso permitem observar as quedas, os mirantes panorâmicos e as encostas cobertas de mata. O estrondo da água ecoa pela área florestal e acompanha os visitantes durante a contemplação do cenário.
Conservação e visita
O monitoramento contínuo combate ações ilegais e contribui para a estabilidade dos corredores ecológicos fronteiriços. A preservação também protege as bacias hidrográficas compartilhadas, as matas ciliares e os remanescentes originais da Mata Atlântica.
Entre os objetivos da conservação estão proteger espécies animais e botânicas ameaçadas de extinção, manter o equilíbrio hídrico dos rios regionais e promover o turismo sustentável.
Para percorrer as passarelas, a orientação é usar calçados confortáveis e manter a hidratação. A observação da floresta, do cânion e do horizonte integra a experiência de turismo ecológico no parque.







