Ronaldo Caiado propôs a criação de provas de proficiência para faculdades e afirmou que instituições sem docentes qualificados ou estudantes aprovados não poderiam continuar funcionando. O candidato não explicou se a medida alcançaria todos os cursos de ensino superior nem como a avaliação seria aplicada.
“Nós vamos respeitar o dinheiro do cidadão brasileiro”, declarou Caiado ao apresentar a proposta. Atualmente, há o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), destinado a bacharéis em Direito, e o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), aplicado pelo Ministério da Educação (MEC) a estudantes de medicina.
A declaração ocorreu durante o desfile da Independência do Brasil, realizado nesta segunda-feira (7), na Avenida Tocantins, no Centro de Goiânia. O evento reuniu moradores, autoridades políticas e estudantes de escolas municipais e estaduais.
Ensino profissionalizante
Além da proposta para as faculdades, Caiado afirmou que pretende ampliar o número de alunos no ensino profissionalizante. Segundo ele, atualmente 20% dos jovens estão no censo do ensino profissionalizante. A meta apresentada é chegar, em quatro anos, a 50% dos jovens concluindo o ensino médio também com diploma de formação profissionalizante.
“Eu quero chegar em quatro anos a 50% dos jovens saindo com o diploma do ensino médio e também com o ensino profissionalizante”, disse.
Segurança e independência
Ao comentar o Dia da Independência, Caiado falou sobre soberania e criticou Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atual presidente e candidato à Presidência. Para ele, a falta de segurança pública impede que outros estados comemorem plenamente a independência.
Caiado citou Bahia, Ceará e Rio de Janeiro ao questionar as condições de segurança dos moradores. Também afirmou que, em Goiás, seria possível comemorar a data com plena independência.
No domingo (6), o candidato esteve em uma feira livre em Aparecida de Goiânia, onde conversou e tirou fotos com populares e feirantes. Na ocasião, comentou a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e prometeu alterar as regras para ministros da Suprema Corte, além de indicar mulheres para ocupar o plenário caso seja eleito.







