Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Caiado propõe teto de gastos e cortes em emergências fiscais

Presidenciável disse que PEC usaria metade do crescimento do PIB como parâmetro e prevê cortes em emendas e repasses.

Caiado volta a defender PEC de Emergência Fiscal e cita medidas 'austeras' para crises

Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se for eleito presidente, encaminhará ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Emergência Fiscal. A declaração foi dada durante uma sabatina nesta sexta-feira, 4.

A proposta, segundo Caiado, deverá estabelecer um teto para os gastos do governo, calculado com base em metade do crescimento do PIB. Para situações emergenciais, ele defendeu a adoção de medidas que classificou como austeras.

Entre as ações citadas estão o corte de 100% das emendas impositivas e a redução de 25% dos repasses a todos os Poderes e órgãos independentes. O presidenciável também propôs um sistema baseado em inteligência artificial para identificar para onde estaria sendo desviado o dinheiro destinado a benefícios.

Outra medida apresentada foi uma ampla varredura nas áreas que recebem benefícios fiscais. O objetivo, de acordo com Caiado, seria identificar usos indevidos desses benefícios. Ao comentar o conjunto de propostas, ele afirmou: “Cai pela metade a taxa de juros”.

Política internacional

Questionado sobre política internacional, Caiado disse que pretende “resgatar o Itamaraty brasileiro”. Para ele, o órgão se tornou um “apêndice ideológico do governo”.

O candidato também declarou que o País tem matéria-prima, mas ainda não deixou a condição de colônia porque compra tecnologia a preços altos. Na avaliação dele, o Brasil não tem relevância econômica na área tecnológica porque faltou presidente da República.

Ao abordar o tema, Caiado criticou um presidente que, segundo ele, “fica alimentando esse 8 de janeiro” e fez referência à família Bolsonaro, sem mencionar nomes individualmente.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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