Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Equidnas formam filas de pretendentes durante a época reprodutiva

Machos seguem uma fêmea por dias ou semanas, enquanto ela escolhe o parceiro e depois deposita um ovo em uma dobra temporária de pele.

Durante a época reprodutiva, uma fêmea de equidna-de-focinho-curto pode ser seguida por machos que avançam em fila pela vegetação. Conhecido como trem de equidnas, o comportamento pode durar dias ou semanas e reunir até dez pretendentes.

A espécie, chamada cientificamente de Tachyglossus aculeatus, é encontrada na Austrália e na Nova Guiné. Os machos identificam a fêmea pelo odor e acompanham seus deslocamentos enquanto ela procura alimento, descansa ou tenta afastá-los. A composição do grupo muda ao longo do caminho: novos indivíduos podem entrar, enquanto outros abandonam a perseguição.

A fila não garante que o macho que está à frente será escolhido. A fêmea controla o ritmo e pode rejeitar as aproximações. Quando fica receptiva, os machos cavam uma vala circular ao redor dela e disputam espaço, empurrando os rivais para fora. O vencedor se posiciona ao lado da fêmea, que costuma acasalar com apenas um indivíduo, mesmo quando o grupo é numeroso.

Reprodução com postura de ovos

Equidnas e ornitorrincos pertencem aos monotremados, grupo de mamíferos que põe ovos. Depois da fecundação, a fêmea desenvolve uma dobra temporária de pele no abdômen. Cerca de três semanas depois, deposita ali um único ovo de casca flexível. A incubação dura aproximadamente dez ou onze dias, até o filhote romper a casca.

O recém-nascido é minúsculo, não tem espinhos e depende da mãe. Ela não possui mamilos: o leite é liberado por poros em áreas especializadas da pele, e o filhote o lambe. Quando os espinhos começam a crescer, a mãe o leva para uma toca protegida e retorna periodicamente para amamentá-lo durante meses.

Registros sobre a quantidade de machos e a duração da perseguição variam porque os animais são difíceis de acompanhar em campo. Museus e zoológicos descrevem grupos de até dez indivíduos e corte que pode se estender por várias semanas. Por isso, a descrição de dez machos seguindo a mesma fêmea sem interrupção durante todo o período é imprecisa.

Fora da estação de acasalamento, os equidnas costumam viver sozinhos. Eles procuram formigas e cupins com o focinho alongado e a língua pegajosa, escavam com garras fortes e usam os espinhos para se defender. Trilhas, tocas e vegetação densa podem esconder partes importantes do percurso.

A perseguição prolongada permite que a fêmea avalie os pretendentes e possivelmente sincronize o acasalamento com sua condição reprodutiva. Para os machos, seguir a fila exige energia e intensifica a competição. Cientistas ainda investigam quais sinais influenciam a escolha.

A observação deve ser feita à distância. Interromper o grupo, tocar na fêmea ou tentar ver o ovo pode causar estresse e comprometer a reprodução. A orientação é permitir que a fila siga seu caminho e comunicar órgãos de fauna quando necessário.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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