Manaus, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Bispo escocês pede rejeição a mudanças nas regras de aborto

John Keenan criticou recomendações que, segundo ele, enfraqueceriam salvaguardas e ampliariam o acesso ao aborto na Escócia.

Bispo escocês pede rejeição a mudanças nas regras de aborto

O presidente da Conferência dos Bispos da Escócia, John Keenan, pediu ao governo escocês que rejeite mudanças que ampliariam as regras de aborto no país. O governo não planeja alterar a legislação entre 2026 e 2027, mas pretende avançar com recomendações de um grupo consultivo e financiar abortos em estágio avançado.

Keenan afirmou que o grupo consultivo não incluiu vozes contrárias ao aborto e adotou o princípio de “não regressão” na oferta do procedimento. Para o bispo, essa composição compromete a legitimidade e a credibilidade do grupo.

Segundo Keenan, as recomendações permitiriam o aborto até o nascimento por qualquer motivo e eliminariam a exigência atual de aprovação de dois médicos para procedimentos realizados até 24 semanas. Ele também criticou a recomendação de que futuras leis não façam referência ao aborto seletivo por sexo.

“Cada criança não nascida é uma vida humana única que merece proteção, e cada mãe deve ser apoiada”, disse Keenan em um comunicado. Ele pediu que representantes eleitos rejeitem uma nova liberalização das normas e se oponham a medidas que retirem salvaguardas legais.

O bispo também afirmou que a oferta de abortos em estágio avançado, combinada com propostas de redução das proteções existentes, levanta questões morais e sociais.

Outros casos citados

O Colégio de Médicos de Quebec declarou apoio à eutanásia de bebês recém-nascidos em circunstâncias específicas. A entidade mencionou casos de dor extrema sem alívio e malformações graves ou síndromes polissintomáticas graves que eliminem qualquer perspectiva de sobrevivência. O grupo afirmou que os pais devem poder obter esse cuidado nessas situações.

Em Kentucky, o procurador-geral Russell Coleman anunciou uma ação civil contra a Mayday Health, organização sem fins lucrativos que promove o aborto. A entidade divulgou medicamentos indutores de aborto em uma faixa transportada por avião sobre a Feira Estadual de Kentucky.

O escritório de Coleman informou que investigava, desde janeiro, a venda de pílulas abortivas por correspondência. A ação contra a Mayday Health foi anunciada em 3 de setembro, sob a alegação de que a organização violou a lei de Kentucky.

Texto produzido pela Redação Rumo ao Destino com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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